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	<title>Psicóloga &#124; Online! &#187; Fabiana Neves</title>
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		<title>PRINCÍPIOS PARA O BOM RELACIONAMENTO E A COMUNICAÇÃO</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento interpessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[1. tenha e demostre interesse pelas pessoas, criando um ambiente propício à boa comunicação e ao diálogo franco e aberto. 2. comunique-se pensando não apenas em passar algo prá frente. 3. lembre-se que a boa comunicação é responsabilidade de todos. 4. assegure-se de que foi bem compreendido sempre que passar uma informação ou transferir um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_635" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/sucesso.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-635 " title="relacionamento empresarial" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/sucesso-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>1. tenha e demostre interesse pelas pessoas, criando um ambiente propício à boa comunicação e ao diálogo franco e aberto.</p>
<p>2. comunique-se pensando não apenas em passar algo prá frente.</p>
<p>3. lembre-se que a boa comunicação é responsabilidade de todos.</p>
<p>4. assegure-se de que foi bem compreendido sempre que passar uma informação ou transferir um recado.</p>
<p>5. procure ter certeza que entendeu, sempre que receber informações ou instruções &#8211; ouça com cuidado.</p>
<p>6. classifique e verifique: quando estiver comunicando, verifique se está sendo claro e objetivo e ainda, se foi bem compreendido.</p>
<p>7. classifique e verifique:<br />
* perguntando: não se acanhe, pois a única pergunta estúpida deste mundo é aquela que não foi feita.<br />
* repetindo: repita para eliminar enganos, obter mensagens claras, pedidos bem anotados e esclarecer instruções.<br />
* testando a transferência: peça para o ouvinte para repetir o que você disse</p>
<p>8. olhe diretamente para a pessoa com quem você fala</p>
<p>9. não interrompa, não seja ouvinte &#8220;boca aberta&#8221;.</p>
<p>Desta forma, você terá maiores condições de garantir na comunicação:<br />
* a clareza: seja preciso, utilizando palavras claras, objetivas, dirigidas à pessoa certa, com menor risco de mal-entendidos.<br />
* a coerência: comunique o que estiver relacionado com os objetivos do trabalho da sua área e em consequência, o da empresa como um todo.<br />
* a utilidade: diga a finalidade de comunicação; é bom que a pessoa saiba para que sua ação, desencadeada pela comunicação, vai servir.<br />
* a adequação: comunique no momento oportuno, evitando prazos espremidos, &#8220;em cima da hora&#8221;, &#8220;prá ontem&#8221; .<br />
* a compreensão: verifique se o outro entendeu exatamente o que você quis dizer.<br />
* a rapidez: verifique se estão sendo tomadas as providências necessárias, seja na realização do trabalho, seja na implantação de novos métodos, evitando que assuntos importantes fiquem engavetados.</p>
<p>Quando, porém, você tiver um problema ou dificuldade, observe algumas etapas de solução:</p>
<p>1. Obtenha os fatos: Dialogue, converse com as pessoas interessadas e colha fatos, separando-os de sentimentos e opiniões.</p>
<p>2. Pondere e decida: Analise e agrupe os fatos, relacionando-os entre si. Levante várias medidas possíveis e escolha a melhor alternativa.</p>
<p>3. Tome providências: Aja oportunamente, verificando:<br />
* você vai resolver este assunto por si mesmo ?<br />
* precisará de alguma ajuda ?<br />
* Escolha a oportunidade certa para agir.</p>
<p>4. Verifique resultados: Acompanhe os resultados da sua ação, determinando antecipadamente quando deve ser iniciada a verificação. Observe alterações nos comportamentos e nas relações entre as pessoas.</p>
<h3>CONCLUSÃO</h3>
<p>Se você colocar em prática todos estes pontos que não foram discutidos sobre comunicação, seja junto aos seus colaboradores, superiores ou pares, tenha certeza de que os resultados serão anotados no seu trabalho e no trabalho da área pela qual você é responsável, como diminuição de erros, trabalhos refeitos, aumento de satisfação, interesse e produtividade.</p>
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		<title>O TEMPO E O PROCRASTINADOR</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[administração do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[procrastinar]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[“Não há vento favorável, para quem não sabe aonde quer chegar”.    Sêneca A partir de uma visão empresarial, o tempo é um recurso finito – como o petróleo, o carvão, o outro e a boa vontade. Ele pode ser esticado e – uma vez gasto – não pode ser recuperado. Ao contrário dos recursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em></em></p>
<div id="attachment_631" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/tempo2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-631 " title="tempo" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/tempo2-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>“Não há vento favorável, para quem não sabe aonde quer chegar”.</p>
<p> </p>
<p> Sêneca</p>
<p>A partir de uma visão empresarial, o tempo é um recurso finito – como o petróleo, o carvão, o outro e a boa vontade. Ele pode ser esticado e – uma vez gasto – não pode ser recuperado.</p>
<p>Ao contrário dos recursos físicos, ele não pode ser armazenado na prateleira, e não é possível fazer um pedido e mandarem mais do estoque. O tempo começa a se esgotar desde o momento em que o relógio inicia a marcação e, numa empresa em crescimento, parece nunca haver tempo suficiente.</p>
<p>&#8230;“Administrar bem o tempo tem sido, para a maioria das pessoas, uma espécie de missão impossível. Não faltam motivos para acreditar nisso. Segundo pesquisa feita entre 2000 e 2001 pela International Stress Management (Isma), no Brasil a média semanal de horas trabalhadas varia de 47 a 49, o que representa um mês à mais ao ano quando comparada à de dez anos atrás. Ao mesmo tempo, o universo corporativo vem passando por profundas transformações. As organizações estão mais enxutas, o trabalho está cada vez mais complexo e a pressão por resultados só faz aumentar. Vivemos uma angústia permanente por não conseguir absorver o volume de informações disponíveis. Numa simples banca de jornal existem mais de 3 mil títulos à venda, entre jornais, revistas, fascículos, edições especiais etc. No ano de 2000, foram lançadas e reeditadas pelas editoras mais de 45 mil obras, segundo dados da Câmara Brasileira do Livro. E há ainda a Internet. Sobra pouco ou quase nenhum tempo para família, filhos, exercícios físicos, lazer”&#8230;. (Você s.a., março/2002, Edição nº 45, p. 27).</p>
<p>&#8230;“Procrastinar é sinônimo de deixar para amanhã, “empurrar com a barriga”, prostergar, adiar.<br />
É um comportamento de autodefesa, um modo de diminuir diversos medos. Segundo Neil Fiore, da Universidade da Califórnia, em Berkley, “é um mecanismo para enfrentar a ansiedade associada com iniciar ou completar qualquer tarefa ou decisão”&#8230;.</p>
<p>&#8230;Procrastinadores pensam ter uma falta de habilidade em gerenciar seu tempo. Procuram livros e cursos sobre o assunto, mas todas as abordagens tradicionais falham. Procrastinadores crônicos, em vez de fazerem as coisas, tendem a gastar seu tempo pensando sobre o que eles deveriam estar fazendo. E é aí que a vida se vai.</p>
<p>É preciso entender que seu comportamento é uma tentativa de resolver uma variedade de questões, em que aparecem perfeccionismo, baixa auto-estima, medos, desequilíbrio entre trabalho e lazer.</p>
<p>São cinco os grandes medos que conduzem à procrastinação: medo do fracasso (a procrastinação dá uma desculpa para não atingir a nota ou desempenho máximo), do sucesso (mantém-nos afastado do melhor e das conseqüências que podem advir), de perder a batalha (um modo indireto de resistir à pressão de autoridades), da separação (se você valoriza acima de tudo sua individualidade e solidão e se sente ameaçado quando se envolve demais com outras pessoas).”&#8230; (Revista Vencer, nº 24, Setembro/2001, p. 35 e 36).</p>
<p>&#8230;“Entre a fauna de procrastinadores, podemos identificar algumas espécies bem definidas:<br />
Procrastinador Emocional: o que não consegue fazer nada que não atenda a suas aspirações de satisfação imediata. Na filosofia poderia ser classificado como um hedonista. O que dá prazer, faço agora, o que não dá, deixo para depois, quem sabe para o dia de São Nunca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Procrastinador Estressado:</strong></span> o que qualifica todas as tarefas, ou a maioria delas, como barreiras quase intransponíveis a serem superadas todos os dias. O estresse que rola em seu dia-a-dia, fatalmente provoca acúmulos, delongas e procastinações. O grande problema do estressado é o de não confiar em suas próprias habilidades para resolver os problemas básicos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Procrastinador Confuso:</strong></span> o que é incapaz de priorizar. Embaralha as tarefas aleatoriamente, sem uma cronologia que obedeça à lógica simples de se fazer primeiro o que é mais importante, e depois o restante. Acaba tendo que deixar para amanhã alguma coisa que tinha que ter sido feita hoje.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Procrastinador Atemporal:</strong></span> o que não tem noção de tempo. Administra os minutos como se fossem horas e vice-versa. É aquele cuja frase preferida é: “Meu sonho de consumo é um dia de 48 horas”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Procrastinador Preguiçoso:</strong></span> o que acha que nada é mais importante do que seu conforto. É o tal que acredita que o que é vital hoje será importante amanhã e secundário depois de amanhã. Portanto não há nada que o tempo não resolva. Deixa quieto!</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Procrastinador Folclórico:</strong></span> o que se orgulha de ser o que deixa para depois, pois nato tem outra maneira de se diferenciar dentro da empresa.</p>
<p>Independente da variedade, não há como deixar de reconhecer um exemplar procrastinador. É aquele para quem, com o tempo, já não se dá nenhuma tarefa importante. Vira motivo de comentários maldosos ou engraçadinhos.”&#8230; (Revista Vencer, nº 24, Setembro/2001, p. 98).</p>
<p>E aí, você é um procrastinador?</p>
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		<title>MITOS SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE LÍDERES</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia organizacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Mitos sobre liderança são comuns e bastante disseminados, ainda que muitas vezes de forma implícita e sutil. São, em geral, crenças geradas por preconceitos e estereótipos, que acabam tendo um efeito negativo sobre organizações e sobre a sociedade na medida em que desencorajam líderes em potencial a assumirem os papéis de liderança necessários. Este quadro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_619" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/lideranca-1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-619 " title="liderança" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/lideranca-1-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Mitos sobre liderança são comuns e bastante disseminados, ainda que muitas vezes de forma implícita e sutil. São, em geral, crenças geradas por preconceitos e estereótipos, que acabam tendo um efeito negativo sobre organizações e sobre a sociedade na medida em que desencorajam líderes em potencial a assumirem os papéis de liderança necessários. Este quadro resume algumas constatações de Bennis (resultantes de seus extensos trabalhos sobre o tema) que destróem vários mitos &#8220;comumentes aceitos&#8221;. Fazer com que estas &#8220;verdades&#8221; incorporem-se à cultura da organização, transformando-se em valores compartilhados por todos, pode representar um importante caminho para desenvolver líderes eficazes, capazes de potencializar continuamente a força humana da empresa.</p>
<p>1. Liderança é uma habilidade latente em todas as pessoas.</p>
<p>Ainda que grandes líderes possam ser tão raros quanto grandes atletas ou artistas, todos têm potencial para liderança, assim como todos têm potencial para esportes ou atividades artísticas. Embora aparentemente haja, hoje em dia, uma escassez de grandes líderes, há literalmente milhões de papéis de liderança em todo o país que são mais do que adequadamente preenchidos. O que se deve compreender é que liderança é um fenômeno bastante situacional, muito dependente do contexto e do momento que as pessoas vivem. Muitas vezes pessoas que são líderes destacados em uma organização têm papéis comuns em outras. A verdade é que há abundância de oportunidades de liderança em todas as organizações, e elas estão ao alcance da maioria das pessoas. Basta que elas sejam adequadamente motivadas e desenvolvidas.</p>
<p>2. O líder é um “desenvolvedor” de pessoas.</p>
<p>Liderança e poder estão relacionadas, mas não de forma pejorativa. Liderança é muito mais um processo de dar poder às demais pessoas do que o exercício pessoal de poder. Líderes somente são capazes de fazer suas intenções se transformarem em ação e realidade através da obtenção de um perfeito alinhamento da energia das pessoas com a visão que definiram. Líderes eficazes lideram inspirando outras pessoas, e não dando ordens. Líderes criam expectativas atingíveis, ainda que desafiadoras, e recompensam progressos. Líderes eficazes não manipulam.<br />
Eles capacitam e motivam as pessoas a usarem sua própria iniciativa e experiência. Em suma, abrem espaço para que as pessoas se desenvolvam de dentro para fora, e não pela aplicação de força externa.</p>
<p>3. Liderança pode ser aprendida e desenvolvida.</p>
<p>Biografias de pessoas que se destacam sugerem muitas vezes que grandes líderes vieram ao mundo com uma extraordinária herança genética: de alguma forma sua capacidade de liderança já estava &#8220;pronta&#8221; ao nascerem. A verdade é que as capacidades e competências mais importantes que definem a qualidade da liderança podem ser aprendidas. Neste sentido, qualquer que seja a herança pessoal do indivíduo, sua liderança sempre pode ser aprimorada. Desenvolvimento é bem mais importante do que o potencial genético, ao se determinar quem pode ou não tornar-se um líder bem sucedido. Isto não significa que aprender a ser líder seja fácil. Não há fórmulas/receitas que inexoravelmente levem alguém a tornar-se um líder eficaz. Pelo contrário, o processo não é &#8220;ciência exata&#8221;, é algo intensamente humano, e portanto, pontilhado de ações intuitivas, tentativas e erros, vitórias e derrotas. Aprender a ser um líder é semelhante a aprender a ser pai/mãe ou esposo/esposa. As experiências de infância e adolescência oferecem às pessoas alguns valores básicos e modelos/referenciais; livros podem ajudar a entender o que está acontecendo. Entretanto, mesmo para aqueles que estão aparentemente &#8220;preparados&#8221; para exercer papéis de liderança, a aprendizagem mais significativa ocorre durante a própria vivência.</p>
<p>4. Líderes não são necessariamente pessoas carismáticas.</p>
<p>Alguns líderes são carismáticos, outros não. Líderes são, acima de tudo, seres humanos, e incorporam todas as diferenças e variações próprias a esta condição. Virtualmente nada em termos de aparência física, personalidade e estilo diferencia líderes de seguidores. Talvez o carisma seja resultado de liderança eficaz, e não o contrário. Pessoas carismáticas são competentes em interagir com outras, assegurando uma certa quantidade de respeito e até mesmo admiração, o que eleva a qualidade do vínculo que estabelecem com outras. Esta competência pode ser algo natural/inerente à pessoa, mas isto não significa que seja impossível encontrar líderes eficazes que não sejam excelentes nesta competência.</p>
<p>5. Liderança existe em todos os níveis da organização.</p>
<p>Liderança não é algo que existe apenas no topo da organização. Quanto maior a organização, é mais provável que existam muitos papéis de liderança a serem desempenhados em sua estrutura. Se todos estes papéis estão sendo exercidos por líderes eficazes é outra história (a sensação geral é de que há escassez de líderes). Mas, atualmente muitas empresas estão caminhando em direção à criação de mais papéis de liderança através da instituição de unidades independentes de negócios que funcionam como empreendimentos internos à organização. À medida que as empresas aprenderem mais a este respeito, haverá certamente uma multiplicação de papéis de (liderança) disponíveis na organização, o que exigirá, por sua vez, uma verdadeira explosão no desenvolvimento de líderes.</p>
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		<title>GRUPO E NÃO AGRUPAMENTO</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 17:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[grupo]]></category>
		<category><![CDATA[participação]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia organizacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique para ampliar! Participar é ser integrante de algo. A empresa que desenvolve o trabalho participativo deseja que o colaborador participe do desenvolvimento do plano de trabalho que o atinge e que tem por objetivo, as metas da empresa. Dessa forma, o colaborador recebe mais informações sobre o trabalho e os por que de cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 class="mceTemp">
<dl id="attachment_614" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/equipe.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-614 " title="equipe" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/equipe-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a></p>
</dt>
<dd class="wp-caption-dd">Clique para ampliar!</p>
</dd>
</dl>
</h4>
<h3>Participar é ser integrante de algo.</h3>
<p>A empresa que desenvolve o trabalho participativo deseja que o colaborador participe do desenvolvimento do plano de trabalho que o atinge e que tem por objetivo, as metas da empresa.</p>
<p>Dessa forma, o colaborador recebe mais informações sobre o trabalho e os por que de cada coisa e recebe mais treinamento quanto as suas atividades. O trabalho participativo se inicia com objetivos claros na área de trabalho para que a participação seja efetiva e a criatividade possa ser auxiliada.</p>
<p>Os instrumentos que o colaborador possui para participar de forma mais efetiva, são os grupos, que podem ser:<br />
a) Grupos de Projeto (que visam principalmente, o desenvolvimento de métodos de trabalho);<br />
b) CCQ, Círculos de Controle da Qualidade, que realizam o que o próprio nome indica, o controle da qualidade (autocontrole);<br />
c) Grupos Autônomos, que assumem autonomia e responsabilidade sobre as tarefas, etc.</p>
<p>Mas, o que significa um grupo ?</p>
<p>Temos um grupo quando todas as pessoas reunidas estão voltadas para o mesmo objetivo, todos participam e todos colocam suas idéias. O ambiente é aberto e todos sentem liberdade de falar.</p>
<p>No grupo ninguém monopoliza o assunto. Cada um fala de maneira breve permitindo a participação de todos. Há a necessidade de definir a diferença entre grupo e agrupamento, já que não basta haver uma reunião para existir um grupo.</p>
<p>Em uma reunião onde alguns componentes não participam ou levam para a reunião assuntos não ligados aos objetivos propostos ou existem participantes que mentalmente estão ligados a outros assuntos (sonhando com as férias, ou preocupado com algo externo), temos aí um sinal de alerta &#8211; isto é um agrupamento de pessoas.</p>
<p>Onde há agrupamento, fica evidente o baixo nível de aproveitamento do tempo da equipe, desmerecendo o valor e desestimulando a continuidade das reuniðes.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>COMPETÊNCIA EMOCIONAL</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 20:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[competência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia organizacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Ter competência emocional, basicamente, é estar com o controle de si próprio. É não permitir que algo externo o desvie do seu propósito. Implica não se deixa pressionar pelo stress e não entregar seu poder, seja para quem for. É uma atitude interna. Alguém com autoconsciência de seus processos internos, com habilidade para interagir com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_577" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/FOTO_ESTRE.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-577 " title="controle-emocional" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/FOTO_ESTRE-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Ter competência emocional, basicamente, é estar com o controle de si próprio. É não permitir que algo externo o desvie do seu propósito. Implica não se deixa pressionar pelo stress e não entregar seu poder, seja para quem for. É uma atitude interna.<br />
Alguém com autoconsciência de seus processos internos, com habilidade para interagir com eles e fazer escolhas adequadas demonstra sua competência emocional.<br />
Estamos falando das pessoas que não se deixam levar pelo que acontece externamente e que mantém o foco nos seus objetivos não importam as circunstâncias.<br />
Habilidade no relacionamento interpessoal, capacidade de liderança, administração do stress, motivação, equilíbrio emocional, assertividade, boa comunicação são alguns exemplos de diferentes competências emocionais.</p>
<p><strong>Você expressa ter competência emocional quando&#8230;</strong><br />
&#8230; consegue se colocar no lugar do outro exercitando a empatia. Essa habilidade permite que compreenda uma situação além do seu ponto de vista e adquira uma percepção ampliada sobre qualquer circunstância. Na vida pessoal ou profissional, a excelência está diretamente ligada à capacidade de perceber as necessidades do outro. Seja o parceiro na vida amorosa, ou o seu cliente.<br />
Ao calçar os sapatos da outra pessoa, você compreende melhor seu modo de caminhar. Seus relacionamentos se transformam.<br />
&#8230;percebe e utiliza estratégias de auto-motivação e para motivar as outras pessoas. Isso permite que vença dificuldades do percurso e fortaleça a disposição para fazer o que for necessário para atingir seus objetivos.<br />
&#8230; aprende a se conectar com a essência de uma situação. Quando isso acontece, você adquire o poder para ultrapassar dificuldades e lidar com o que quer que surja em seu caminho.<br />
&#8230;identifica o que precisa aprender, transformar e exercitar através de ações específicas. Ao fazer isso, você vai além dos pensamentos e coloca em movimento atitudes que fazem a diferença entre os que alcançam seus objetivos e os que permanecem patinando sobre idéias que não se realizam.<br />
&#8230;sabe que a inteligência não basta. É preciso aplicá-la a seu favor.<br />
São as competências emocionais que determinam o quanto se é capaz de utilizar a inteligência e o conhecimento para criar a vida que se deseja.</p>
<p><strong>DESENVOLVENDO A TOLERÂNCIA À FRUSTRAÇÃO</strong><br />
Quando alguém tem crises de raiva e irritação perdendo o rumo quando contrariado, compromete seus relacionamentos. Um temperamento explosivo revela uma personalidade frágil e insegura, afastando aqueles que não toleram esse tipo de comportamento.<br />
Em geral, a baixa tolerância à frustração é responsável por essa turbulência no comportamento dessas pessoas. A competência a ser desenvolvida, portanto, é a tolerância à frustração.<br />
Para isso, é fundamental que a pessoa desenvolva a capacidade de perceber e aceitar o que acontece. Compreender que a forma como está lidando com a frustração irá gerar mais frustração ainda. Já que a contrariedade e os imprevistos fazem parte da vida, saber lidar com a frustração é a única forma de superá-la. É importante entender que uma contrariedade é apenas uma contrariedade. Não há tragédia alguma nisso.<br />
A frustração pode ser um elemento fortalecedor no processo de seguir na direção do que se deseja.Para que isso ocorra é necessário interromper o padrão automático da reação habitual. Em vez de perder o autocontrole, entra em cena a capacidade de aceitar a contrariedade e não levar isso pessoalmente. A aceitação faz com que a situação seja percebida do seu tamanho, sem que seja superdimensionada. Torna-se, então, possível adquirir uma altitude sobre as circunstâncias e manter um estado positivo.<br />
Inteligência Emocional (QE) se posiciona agora lado a lado com Inteligência Cognitiva (QI) como medidor da efetividade individual e preditor do sucesso. Um alto QI é associado à lógica e as habilidades acadêmicas. Um alto QE é associado com potencial para realização pessoal e relacionamentos satisfatórios.<br />
Inteligência Emocional: o complexo conjunto de comportamentos, capacidades (ou competências), crenças, e valores pela qual capacita alguém a realizar com sucesso sua visão e missão, dados no contexto desta escolha.</p>
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		<title>O QUE É MOTIVAÇÃO?</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 16:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desmotivação]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Etimologicamente, a palavra motivo vem do latim “movere”, movimentar aquilo que faz mover, em conseqüência motivar significa provocar movimento. A motivação deve necessariamente levar a um estado de satisfação pelo atendimento do estado de carências latentes. Por exemplo, a carência de afeto faz com que a pessoa organize seu comportamento de tal forma a conseguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_549" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/Imagem1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-549 " title="MOTIVAÇÃO" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/Imagem1-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Etimologicamente, a palavra motivo vem do latim <em>“movere”</em>, movimentar aquilo que faz mover, em conseqüência motivar significa provocar movimento.<br />
A motivação deve necessariamente levar a um estado de satisfação pelo atendimento do estado de carências latentes. Por exemplo, a carência de afeto faz com que a pessoa organize seu comportamento de tal forma a conseguir a afeição que lhe falta.<br />
Tão logo essa necessidade for atendida, surge outra que não tenha sido suprida com a função de reorganizar as ações da pessoa em outra direção.<br />
<em>“Um motivo é um concretamente – ele não é observável, &#8216;não existe&#8217; efetivamente, mas é &#8216;criado&#8217; pela pessoa para explicar a razão ou a necessidade que ela tem de fazer algo, de agir de uma determinada maneira. A função dos motivos é explicar aqueles comportamentos que deixam reconhecer a perseguição de um objetivo, existindo tantos motivos diferentes quanto categorias de relações entre os indivíduos e o meio ambiente.”</em> (WINTERSTEIN).<br />
Estudos comportamentalistas sobre a motivação dão ênfase no controle educacional, referindo-se ao tipo de reforço que se dá para uma pessoa. Oferecer algo interessante como resposta a um comportamento adequado é capaz de motivar, mantendo inclusive, a freqüência deste mesmo comportamento.<br />
De outro lado, há contestação sobre o Comportamentalismo, definindo-o como um método limitador, tendo em vista uma resposta comportamental que ocorre apenas mediante uma proposta de reforço. Portanto, defende-se a idéia de estimular o ser humano de forma intrínseca, ou seja, de dentro para fora. Desta forma, não se cria a limitação imposta por reforços externos.<br />
Motivar para a qualidade, portanto, está na base do ser humano, na sua essência. Naturalmente, e em combinação com objetivos comuns, é possível haver espaço para novos projetos, além de assegurar eficácia nos resultados.<br />
A motivação para o comprometimento das pessoas a um programa de Qualidade Total encontra-se mais no fundo do que na forma.<br />
Os novos tempos demandam mudanças na gestão das pessoas. Novos conceitos como a visão holística, deve fazer parte da cultura organizacional. O ser humano precisa encontrar o seu verdadeiro espaço na dimensão profissional. Ele deve sentir a sensação de pertencimento no todo. Para tanto, a liderança deve se preparar para servir, e não apenas ser servida. Os líderes atuam como facilitadores, que percebem as individualidades de seus seguidores, canalizando-as em prol da equipe, que por sua vez, dirige a sua energia partilhada para o todo da organização.<br />
Estimula-se o desenvolvimento motivacional contando com a força intrínseca e extrínseca. Percebe-se o corpo e a alma das pessoas. A sua totalidade é bem vinda na vida profissional.<br />
Ainda hoje, muitas empresas equivocadamente acreditam que apenas o salário, atendendo às necessidades fisiológicas e de segurança, é necessário para motivar um ser humano cujo estado normal de existência é de insatisfação. Observamos que quando um ser humano fica por muito tempo satisfeito com tudo, ele estagna e há motivo para preocupação, pois ele está fora de seu estado normal. Um aumento de salário, por exemplo, o entusiasma temporariamente, mas logo isso já não é mais suficiente para atender às inúmeras necessidades.<br />
Vamos relembrar um pouco do significado de cada uma das necessidades, fazendo uma analogia com a vida dentro de uma empresa:</p>
<ul>
<li>Necessidades fisiológicas são representadas, por exemplo, pela alimentação que primariamente precisa ser satisfeita, pela saúde que precisa ser mantida. O salário, o ticket alimentação ou cesta básica e a assistência médica cobrem essas necessidades.</li>
<li>A necessidade de segurança está refletida no desejo incessante de ter um teto, seja ele um &#8220;barracão&#8221;, uma casa ou um apartamento. Mas não pára por aí, porque a necessidade de segurança também abarca a busca incansável pela estabilidade financeira e emocional, mesmo que a própria vida nos insista em dizer que a única coisa que ela não pode prometer é esta tão sonhada segurança. Vivemos sim períodos estáveis, mas nunca sabemos o que está por acontecer. O salário mais uma vez entra em ação atendendo esta necessidade, nos &#8220;garantindo&#8221; temporariamente a moradia e a &#8220;estabilidade&#8221;.</li>
<li>A necessidade social, de pertencer a um grupo e ser aceita por ele também é suprida nos eventos promovidos pelas empresas como as festas em datas comemorativas (Natal, aniversariantes do mês, dia das mães, dos pais, ações sociais etc).</li>
</ul>
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		<title>INSÔNIA</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 16:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clínica]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio do sono]]></category>
		<category><![CDATA[insônia]]></category>
		<category><![CDATA[sonolência]]></category>

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		<description><![CDATA[O que a psicologia tem a dizer sobre este distúrbio do sono? Popularmente, a insônia caracteriza-se por uma alteração na qualidade e/ou quantidade do sono. Os distúrbios do sono, em especial a insônia e a sonolência excessiva, são queixas comuns. Trata-se de uma questão de saúde pública que não recebe a merecida atenção. É um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>
<div id="attachment_543" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/insonia.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-543 " title="insônia" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/insonia-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>O que a psicologia tem a dizer sobre este distúrbio do sono?</h2>
<p>Popularmente, a insônia caracteriza-se por uma alteração na qualidade e/ou quantidade do sono. Os distúrbios do sono, em especial a insônia e a sonolência excessiva, são queixas comuns. Trata-se de uma questão de saúde pública que não recebe a merecida atenção. É um dos sintomas mais referidos em serviços de saúde. (REIMÃO, 1999).<br />
Acometendo quase um quarto da população adulta, a dificuldade de iniciar ou manter o sono durante a noite inteira, ou mesmo a sensação de sono insuficiente, denomina-se insônia, uma manifestação ou sintoma de inúmeras doenças desde o indivíduo que se depara com dificuldades para adormecer devido à ingestão excessiva de café, até aquele que não dorme por depressão, ansiedade ou outras alterações. A conseqüência é uma sensação de cansaço, fadiga e indisposição pela manhã após uma noite mal dormida. (REIMÃO, 1992).<br />
A insônia é provavelmente a queixa mais comum no mundo. Ela é quase tão difícil de definir e ser tratada quanto o frio. Luís XIV acreditava que o segredo para uma boa noite de sono era ter sempre a cama certa, por isso diz-se que ele teve quatrocentas e treze camas em Versalhes. Benjamim Franklim, de forma menos grandiosa, também fazia rodízio entre as quatro camas que tinha no quarto. (USHER, 1991).<br />
Segundo Reimão (1999), fatores agravantes ou propiciadores da insônia subdividem-se, em físicos, psicológicos e sociodemográficos. A definição varia ao longo do tempo e entre diferentes autores, pois sua classificação acerca da terminologia se situa em função da operacionalidade clínica e duração, podendo ser Transitória (algumas noites); Insônia de curta duração (duração inferior a três semanas) e; Insônia crônica (mais de três semanas de duração). A transitória está vinculada ao ambiente, à fisiologia ou a emoção.<br />
A definição atual para a insônia abrange o conceito de qualidade, não se restringindo somente à falta de sono, mas apresenta-se como sintoma patológico que fere o conceito de bem-estar no âmbito físico, social e psíquico do indivíduo. Sem que seja percebida a gravidade, a privação parcial do sono pode chegar a prolongar-se por anos, ainda que percebida a exaustão pelas poucas horas dormidas e uma sonolência observável seja detectada nos cochilos em horas monótonas. Essa privação acarreta sonolência e exaustão, irritabilidade, alterações da concentração, atenção e da memória. Em muitos casos, o indivíduo passa a utilizar alguns medicamentos para dormir, gerando outro problema, a dependência. Psicologicamente, a dependência faz com que ele mantenha o medicamento por muitos anos seguidos (ainda que este se torne ineficaz) como um apoio em relação a sua doença. A dependência física faz com que no momento em que o indivíduo abandone a medicação, a impossibilidade de dormir volte durante vários dias seguidos. Algumas tentativas sem sucesso de retirada da medicação, conduzem ao retorno da insônia, da irritabilidade e de nova tomada de medicação. (REIMÃO, 1992, grifo nosso).<br />
De acordo com Reimão (1999), em estudos sobre avaliações epidemiológicas, têm-se os distúrbios do sono como riscos potenciais para o desenvolvimento de um transtorno psiquiátrico, ou podem até mesmo, ser a base para a sua manifestação inicial. Por ser a insônia um quadro gerador de diversos problemas, a avaliação dos aspectos psicológicos está inserida em uma maior avaliação do indivíduo e, para isso, é necessário avaliar-se a severidade da insônia, os hábitos de sono, os sentimentos em relação ao problema e toda emoção na qual está inserido o problema.<br />
As pressões do dia-a-dia e a competitividade da sociedade moderna têm obrigado o homem a reduzir seu período de sono, roubado pela difusão da luz elétrica, pela industrialização, pelas longas jornadas de trabalho e exigências de atualizações profissionais constantes. Para muitos, o sono transformou-se em um luxo (que geralmente pode ser sacrificado pelo estilo de vida atual) ou em um transtorno que deve ser suportado. (www.sonolab.com.br).<br />
Hoje, tem-se a idéia de que dormir é perder tempo, pois com as modificações sofridas com a invenção da eletricidade, clubes noturnos, TV com programação 24 horas, Internet, podemos interagir a noite toda com todo o mundo. É neste impasse de obrigações e necessidades que a sociedade ao impor e conviver com o caos de um ritmo acelerado de existência pena as conseqüências do seu cotidiano agitado, estabelecendo com seu sono que constitui uma parte importante na vida, uma relação de descaso, sem observar, porém, que ao estabelecer hábitos prejudiciais e má qualidade do sono, o indivíduo expõe a vida acadêmica e social ao comprometimento no desempenho geral.</p>
<p>REFERÊNCIA:<br />
RIZZO, G.Brasil Campeão de Insônia. Disponível em . Acesso em: 23/jun/2006.<br />
REIMÃO, R. Sono, sonho e seus distúrbios. São Paulo: Frôntis Editorial, 1999.<br />
REIMÃO, R. O que você deve saber sobre Distúrbios do Sono. São Paulo: Saúde e Alegria, 1992.<br />
USHER, R. Sono. Tradução de Elizabeth Larrabure Costa Correa. São Paulo: Saraiva, 1991.</p>
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		<title>Culto ao corpo</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 15:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Social]]></category>
		<category><![CDATA[culto ao corpo]]></category>
		<category><![CDATA[estética]]></category>
		<category><![CDATA[padrão de beleza]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique para ampliar! Até onde somos capazes?! Em nossa sociedade capitalista e de consumo, o corpo é fonte de energia e para atingir um corpo saudável, sacrifícios tem sido realizados para atingir o estereotipo de beleza e se enquadrar nas medidas, regras, peso e volume. A sociedade brasileira atravessa um momento em que as pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mceTemp">
<dl id="attachment_529" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/culto-ao-corpo.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-529 " title="culto ao corpo" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/culto-ao-corpo-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Clique para ampliar!</dd>
</dl>
</h2>
<h2>Até onde somos capazes?!</h2>
<p>Em nossa sociedade capitalista e de consumo, o corpo é fonte de energia e para atingir um corpo saudável, sacrifícios tem sido realizados para atingir o estereotipo de beleza e se enquadrar nas medidas, regras, peso e volume.<br />
A sociedade brasileira atravessa um momento em que as pessoas estão investindo em meios para que a sua estética corporal seja cada vez mais aperfeiçoada, onde academias, cirurgias plásticas, uso de medicamentos fototerápicos, cremes, choques e agulhas formam uma grande arma para combater a insatisfação física, principalmente dos jovens. Nossa estética, nossa moda, nossos costumes, nossas emoções, praticamente tudo hoje está voltado para o corpo &#8211; sobretudo se ele é jovem e belo. A todo o momento somos bombardeados com mensagens liminares e subliminares que nos pedem que vendamos nossas idéias em troca de nossos corpos, como se nossa salvação dependesse da boa forma e da boa aparência.<br />
Cada vez mais a juventude constrói o seu corpo, seja nas academias, aumentando músculos, ou por meio de cirurgia plásticas, com implantes de silicone no peito, perna, seios, lábios etc. Contudo, atualmente cada um se torna empresário de sua aparência, está em jogo comprar o corpo desejado, modificá-lo a cada estação, pavoneá-lo sempre nas ruas, praias, nos shows, atrás do trio elétrico. Entretanto, duas questões vêm preocupando médicos, nutricionista e psicólogos: padrões de estética impostos e globalizados via mídia, que afetam e atingem a auto-estima e transtornos alimentares. As solicitações contemporâneas para que os indivíduos modifiquem sua aparência, administrem a sua interrupta metamorfose física e mental, envolve as pessoas no culto ao corpo, uma das grandes expressões da atualidade.<br />
Na busca de qualidade total de vida, atividades físicas, alimentação saudável, check-up periódicos são medidas indispensáveis para garantir a boa saúde, e de quebra, atender as exigências dos atuais padrões de beleza. São, portanto, bem vindas, não devendo esquecer, porém que constituem uma parte do que deve ser um apelo projeto de busca de saúde integral com moderações. As demandas espirituais (para quem acha importante), sociais, psicológicas, também devem ser contempladas. Isto significa corpo, mente e espírito equilibrados, condição essencial para a saúde total. No entanto o que percebo é a grande maioria querendo participar da sinfonia do corpo magnífico, quase atualizando as intolerantes teses estéticas dos nazistas.</p>
<h2 class="mceTemp">
<dl id="attachment_530" class="wp-caption alignright" style="width: 160px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/medida-certa.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-530 " title="medida certa" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/medida-certa-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Clique para ampliar!</dd>
</dl>
</h2>
<p>Anônimos, os feios simplesmente recusam seus corpos. É que vivemos a supremacia da aparência. A fotografia, o filme, a televisão e o espelho das academias dão ao homem moderno o conhecimento objetivo de sua própria imagem e a forma subjetiva que ele deve aos olhos de seus semelhantes. Numa sociedade de consumo, estética surge como motor do bom desenvolvimento da existência.<br />
A feiúra é vívida como um drama. Daí a multiplicação de fábricas de “beleza”, dos programas televisivos que constroem e re-constroem uma estética e como não dizer uma nova personalidade! Os pagamentos a perder de vista parecem garantir, graças a prótese, um novo corpo: formal, mecânico, teatral. Implantes de silicone, lipoaspiração, anabolizantes, dietas milagrosas, anorexia, bulimia e a mais a ditadura das academias; os adolescentes do ano 2000 sofrem na carne um novo tipo de escravidão: aquele dos parâmetros de beleza absoluta, que lhe são cobrados como condição fundamental para terem acesso a uma vida feliz e realizada. Para as meninas o drama é ainda maior. Se desapareceram o asfixiante espartilho, as pesadas anáguas do início do século, os sapatos da china atrofiando os pés, a moldagem segundo um padrão ideal desloca-se agora para o próprio corpo &#8211; a ser trabalhado, construído, esculpido até atingir o nível exibido pelas modelos da hora. Eis que o silicone predomina, alguns calçados deformam em nome da beleza ou pelo estereotipo criado por programas televisivos que atualmente vendem um pacote pronto, onde uma equipe multidisciplinar trabalha afinco para atingir o estereotipo de beleza e quem sabe criar novos conflitos de identidades, quando os interessados em adquirir um novo padrão de beleza se deparam com o espelho.</p>
<p>Referência: FEATHERSTONE,M.. O curso da vida: corpo, cultura e o imaginário no processo de envelhecimento.coleção de textos didáticos.Unicamp-IFCH. São paulo;1994.</p>
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		<title>Psicologia do Sono</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 15:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clínica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[fisiologia do sono]]></category>
		<category><![CDATA[história do sono]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia do sono]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente a comunidade científica discute cada vez mais a importância do sono e de sua qualidade, já que sua alteração pode trazer diversas repercussões clínicas e comportamentais. O sono, fonte de interesse científico, é para alguns pesquisadores uma incógnita. A palavra sono nos vem do latim somnus; em grego é Hipnos. De acordo com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_535" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sono-e-morte.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-535 " title="Hipnos e Tanatos (Waterhouse - 1874)" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sono-e-morte-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Atualmente a comunidade científica discute cada vez mais a importância do sono e de sua qualidade, já que sua alteração pode trazer diversas repercussões clínicas e comportamentais. O sono, fonte de interesse científico, é para alguns pesquisadores uma incógnita. A palavra sono nos vem do latim somnus; em grego é <em>Hipnos</em>. De acordo com a mitologia, <em>Hipnos</em> é irmão gêmeo de <em>Tânatos</em> (que significa morte), nascido de <em>Nix</em> (noite) por partenogênese (desenvolvimento a partir de um óvulo não fecundado). Em grego, <em>Yrvos</em> (Hýpnos) vem da raiz indo-européia <em>swep</em> (dormir, aquietar-se) e a palavra <em>urvos</em> (Hýpnos) deu origem ao <em>swebban</em> (fazer adormecer, matar, no inglês antigo).<br />
Assim, o sono é algo que causa o interesse de estudiosos e historiadores desde a origem dos tempos. É vital.<br />
As horas que são entregues ao sono afetam de modo geral a saúde humana. Porém, mais relevante que a quantidade é a qualidade do sono. De acordo com Reimão (2000) o indivíduo pode chegar a passar cerca de um terço da sua existência em sono. Entretanto, o número de horas de sono para adultos pode variar muito, para mais ou para menos, e a diferença entre a sensação de sono adequado ou insuficiente é a qualidade, essência fundamental que irá definir a conseqüência no dia posterior, a ausência de sono no decorrer do dia e o fato de sentir-se refeito.<br />
A medicina ao envolver-se com a problemática do sono, concentrou-se na compreensão deste estado fisiológico complexo e de sua arquitetura, regulação, função e fisiologia, utilizando-se de um suporte de aparelhos eletrofisiológicos com capacidade para registrar a atividade elétrica cerebral nos seres humanos, visando uma perspectiva cientifica para as variáveis levantadas.<br />
Em 1929, com o desenvolvimento do eletroencefalograma (EEG) por Hans Berger, o sono era considerado como um fenômeno passivo. Acreditou-se também que o sono se desse por deficiência, pois o cérebro não receberia mais os impulsos nervosos provenientes dos órgãos dos sentidos; o sono era considerado como uma simples diminuição do estado desperto. Em 1953, com a descoberta do sono paradoxal ou sono REM (rapid eyes movement – movimento rápido dos olhos), chegou-se ao ponto de que o sono é um fenômeno ativo. (SOUZA; GUIMARÃES, 1999).<br />
Além da identificação do sono com movimentos oculares rápidos (REM), em 1953, outro fato que despertou o entendimento do sono foi o redimensionamento do hipotálamo no controle do sono-vigília em 1998, antes atribuído apenas a estruturas localizadas no tronco cerebral e tálamo. (ALOE; AZEVEDO; HASAN, 2005).<br />
Com a descoberta do sono REM veio à confirmação de que o sono não é um estado tranqüilo, onde o corpo funciona em marcha lenta. Das pessoas que são acordadas durante o sono REM, 80% se lembram com nitidez de estar sonhando naquele momento. (USHER, 1991).<br />
A este estado fisiológico, comum a todos os vertebrados e a quase todos os animais, o sono, apesar de cercado por mistério e fascinação tem seu estudo científico iniciado recentemente em meados do século XX. Por ser um tema amplamente estudado, mas ao mesmo tempo ainda obscuro, o conceito de sono é algo que apresenta algumas divergências de autor para autor.<br />
Este estado fisiológico complexo, o sono, não deve ser considerado somente como um estado de desligamento da rotina diária, tampouco como perda de tempo, ou extensão do dia como para muitos, a real importância do sono deve ser descoberta pela sociedade em geral. Estudantes, trabalhadores, pais e mestres precisam reconhecer que durante o sono nosso organismo desempenha diversas funções essenciais para nosso equilíbrio físico e mental.<br />
Os distúrbios do sono acarretam em um grande número de acidentes de trânsito e ocupacionais. Os custos e as conseqüências relacionadas aos distúrbios do sono podem ser direta e indiretamente significante a toda sociedade. Desde acidentes domésticos, ocupacionais, de trânsito, entre outros, os distúrbios do sono podem produzir seqüelas maiores. Indivíduos com distúrbio do sono, não expõem apenas a sua saúde, mas compromete toda sociedade em um risco de acidente de transito ou de trabalho/industrial.<br />
De acordo com Martinez (1999) dominar o sono deveria ser uma meta de qualquer governo sábio. Continua-se, entretanto, ignorando a cadeia do sono e considerando-os inevitáveis. O sono é algo que foge do nosso controle, e ainda que se tente encurtar o tempo desta condenação, nos enganamos, já que apenas parcelamos a sentença em cochilos esporádicos. A insônia é uma vitória sobre a prepotência do sono, mas pagamos por ela com olheiras e a mente embotada do dia seguinte, pois o sono é vingativo.</p>
<div id="attachment_536" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sono.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-536 " title="insônia" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sono-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Segundo Madalena (1979), a maioria dos autores divide a patologia do sono em distúrbios para menos (hipossônia) e distúrbios para mais (hipersônia). A hipossônia, ou seja, a falta de sono pode estar relacionada com a faixa etária, de modo que o sujeito não se sente diretamente atingido, conseguindo ter estabilidade para a realização da sua rotina, entretanto, quando decorre de uma desordem funcional, doença orgânica ou tensão psíquica ela se torna patológica e conseqüentemente, o sujeito sente-se diretamente afetado física e psiquicamente. Já a hipersônia, que é identificada como o estado de sonolência excessiva, pode ser espontânea ou provocada, transitória ou permanente. A sonolência pode apresentar-se como fisiológica ou condicionada por inúmeros fatores.<br />
Com base em diferentes autores e épocas, percebo que a má qualidade do sono traz inúmeros transtornos que podem prejudicar o indivíduo em todas as áreas, desde a social, emocional até a laboral. Quer por opção ou devido à demanda e exigências da sociedade atual somos constantemente expostos à privação de sono e a seus conseqüentes efeitos adversos.</p>
<p>REFERÊNCIAS:<br />
REIMÃO, R. Temas de medicina do sono. São Paulo: Lemos Editorial, 2000.<br />
SOUZA, J. C.; GUIMARÃES, A. M. Insônia e qualidade de vida. Campo Grande – MS: Editora UCDB, 1999.<br />
ALOE, F.; AZEVEDO, A. P. de; HASAN, R. Mecanismos do ciclo sono-vigília. Revista Brasileira de Psiquiatria, maio 2005, vol.27 supl. 1, p.33-39. ISSN 1516-4446.<br />
MADALENA, J. C. O sono. Porto Alegre: Fundo Editorial Byk Procienx, 1979.</p>
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		<title>DEPRESSÃO</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 23:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clínica]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno mental]]></category>

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		<description><![CDATA[Conceitos técnicos sobre o transtorno mais frequente da sociedade moderna. Desde o antigo testamento são relatadas situações sobre padecimentos de infortunados e lamentações de homens e mulheres que perderam sua esperança no futuro. Hipócrates o pai da medicina (séc. IV ªc.) diferenciou quatro tipos de temperamento; um deles denominado melancólico, hoje é identificado como depressão. [...]]]></description>
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<div id="attachment_524" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/depressao01.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-524 " title="depressao" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/depressao01-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<h2>Conceitos técnicos sobre o transtorno mais frequente da sociedade moderna.</h2>
</h3>
<p>Desde o antigo testamento são relatadas situações sobre padecimentos de infortunados e lamentações de homens e mulheres que perderam sua esperança no futuro. Hipócrates o pai da medicina (séc. IV ªc.) diferenciou quatro tipos de temperamento; um deles denominado melancólico, hoje é identificado como depressão.<br />
Apesar do grande estigma que ainda acompanha a depressão, sabe-se hoje que é uma doença séria e incapacitante, que tem tratamento e cura na grande maioria dos casos. Na verdade, não é o índividuo incapaz que tem depressão, mas a depressão que incapacita o índividuo para o viver saudável e pleno.<br />
A depressão pode ser definida como um distúrbio do humor, com duração maior do que duas semanas, causado pela deficiência de determinadas substâncias (serotonina, noradrenalina e dopamina) no cérebro. Pode afetar homens e mulheres em qualquer fase da vida, e sem um fator desencadeante grave. É mais freqüente em adultos jovens e em índividuos com antecedentes familiares de depressão, e com a tendência atual de envelhecimento populacional, passa a ser uma doença muito importante na terceira idade.</p>
<p><em>“A depressão é um dos três transtornos psicólogicos mais prevalentes, os outros dois são abuso de substância e ansiedade”.</em> HOLMES , David. pg.163</p>
<p>A depressão começa com sentimentos comuns de tristeza, a qual pode ser, por si só, sua essência. É comum que a pessoa deprimida não tenha consciência de seus sentimentos, mas que identifique alguma coisa errada e perceba sensações físicas. Na síndrome leve, o deprimido se sente incapaz , coibido, infeliz e reage de forma pessimista, desqualificando a si mesmo. Suas atitudes tornam-se mais lentas e preocupa-se exageradamente com problemas pessoais, além disso, revela desanimo tédio ou falta e força para reagir, além de forte tendência a não &#8211; reação.Já na depressão mais profunda, existe uma tensão desagradável e constante acompanhada de dor mental, que compreende angústia, desespero, desgosto e profundos sentimentos de raiva e medo.</p>
<p><em>“A distinção entre depressão normal e anormal gira em torno da profundidade e duração da depressão”.</em> HOLMES, David pg. 163.</p>
<p>O processo depressivo deve ser encarado em função de três aspectos essenciais; a intensidade, que pode ser leve, desaparecendo com rapidez, moderada ou grave que são mais prolongadas e consideradas mais sérias a ponto de exigirem auxílio terapêutico. A duração sendo classificadas como aguda, podendo surgir rapidamente, independentemente de causa e durar apenas uma semana desaparecendo espontaneamente; a recorrente que corresponde a uma crise aguda que reaparece a intervalos irregulares, intercalados por períodos normais denominados remissões ou crônicas a qual surge mais regularmente e permanece por um período de tempo indefinido. E, por fim a qualidade que pode ser retardada, quando as reações das pessoas se tornam lentas e agitada, quando as reações das pessoas se tornam lentas e agitadas e/ou quando apresentam um estado de excitação geral.<br />
Os enfoques comportamentais para a avaliação da depressão centram-se normalmente nas características manifestas do transtorno, como o comportamento psicomotor e verbal.Considerando o interesse das teorias comportamentais da depressão nas contingências ambientais, os clínicos e os pesquisadores de orientação comportamental tratam de avaliar aspectos do ambiente e da interação pessoa – ambiente que podem estar relacionados com o ínicio ou com a manutenção da depressão. Deste modo, a avaliação comportamental pode incluir uma exploração de fatores tais como as habilidades sociais do índividuo deprimido, o comportamento daqueles com quem o paciente deprimido interage e as atividades reforçadoras para a pessoa deprimida.<br />
A depressão é um problema tão freqüente em tantas culturas que foi denominada de “o resfriado comum dos transtornos emocionais”. A resposta depressiva pode constituir uma reação perante um estímulo estressante externo, ou ser uma característica do padrão de resposta de uma pessoa frente ao mundo. Poderia acontecer como episódio único ou ser parte de uma série recorrente de episódios, ocorrendo com diferentes níveis de gravidade. Entretanto, quando surge pode contribuir para problemas que vão desde a disfornia ou mal- estar, que deterioram o funcionamento de um indivíduo, até desejos e ações que têm como objetivo final a morte causada pelo próprio índividuo. Embora a depressão pareça ser uma resposta universal, constitui, entretanto, uma resposta que pode ter uma gravidade limitada., freqüência reduzida e impacto que não chegue a ameaçar a pessoa durante toda a vida.</p>
<p>Referência: HOLMES, David. Psicologia dos Transtornos Mentais. 2ª ed. Artes Médicas; São Paulo, 1997.</p>
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