‘Crônicas’ Notícias

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FELIZ DIA DO PSICÓLOGO

FELIZ DIA DO PSICÓLOGO

quinta-feira, agosto 27, 2009 1:00

[caption id="attachment_559" align="alignleft" width="150" caption="Clique para Ampliar!"] [/caption] SER PSICÓLOGO Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade. Não apenas isso: é também uma notável dádiva. Desenvolvemos a habilidade da palavra, do olhar, das expressões, e até mesmo do silêncio. A capacidade de tirar lá de dentro ...

Tudo depende de mim.

Tudo depende de mim.

sábado, julho 18, 2009 22:05

[caption id="attachment_477" align="alignleft" width="150" caption="Clique para ampliar!"][/caption] "A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos." Hoje ...

Sexa???

Sexa???

sábado, julho 18, 2009 21:35

[caption id="attachment_469" align="alignleft" width="150" caption="Clique para ampliar!"][/caption] Sexa Luís Fernando Veríssimo - Pai… - Hmmm? - Como é o feminino de sexo? - O quê? - O feminino de sexo. - Não tem. - Sexo não tem feminino? - Não. - Só tem sexo masculino? - É. Quer ...

Convite a um Encontro

Convite a um Encontro

quinta-feira, abril 23, 2009 16:43

[caption id="attachment_427" align="alignleft" width="150" caption="Clique para ampliar!"][/caption] Mais importante do que a ciência é o seu resultado, Uma resposta provoca uma centena de perguntas. Mais importante do que a poesia é o seu resultado, Um poema invoca uma centena de atos heróicos. Mais ...

Você e suas escolhas!

Você e suas escolhas!

quinta-feira, abril 23, 2009 15:14

Por Roberto Shinyashiki [caption id="attachment_403" align="alignleft" width="150" caption="Clique para ampliar!"][/caption] Crie um tempo para pensar em sua vida. Não fuja de si mesmo. A pessoa que precisa conhecer hoje é você, com sua alma, com suas reais preferências. Como a maioria ...

Um Meio ou uma Desculpa?

Um Meio ou uma Desculpa?

quinta-feira, abril 23, 2009 15:07

Por Roberto Shinyashiki. [caption id="attachment_399" align="alignleft" width="150" caption="Clique para ampliar!"][/caption] Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus ...

“Cartas a um jovem terapeuta” - o quarto traço

“Cartas a um jovem terapeuta” – o quarto traço

sexta-feira, fevereiro 20, 2009 1:08

[caption id="attachment_248" align="alignleft" width="150" caption="Clique para ampliar!"][/caption] O psicanalista Contardo Calligaris discute em seu livro “Cartas a um jovem terapeuta” os traços de caráter que procuraria em quem quisesse se tornar psicoterapeuta. Esse trecho é uma maneira de aguçar a vontade de ler esse livro e descobrir alguns desafios da nossa profissão. 4) O quarto e ultimo traço que gostaria de encontrar no futuro psicoterapeuta é uma boa dose de sofrimento psíquico. Desaconselho a profissão a quem está “muito bem, obrigado”, por duas razões. Primeiro, uma parte essencial da formação de um terapeuta que trabalhará com as motivações conscientes ou inconscientes de seus pacientes consiste no seguinte: o futuro terapeuta deve ele mesmo, ser paciente durante um bom tempo. Certo, é possível, aparentemente, submeter-se a uma terapia ou a uma psicanálise só por razões didáticas, para aprender o método ou, como dizem alguns, para se conhecer melhor. Mas insisto no “aparentemente”, pois de fato, é improvável que uma psicanálise aconteça sem que um sofrimento reconhecido motive o paciente. O processo não é necessariamente desagradável, mas pede uma determinação e uma coragem que podem falhar mais facilmente em quem não precisa de tratamento. Por que diabo me aventurei a explorar porões de minha cabeça, lugares malcheirosos e arriscados, se não for empurrado pela vontade de resolver um conflito, acalmar um sintoma e conseguir viver melhor? Uma terapia puramente didática é geralmente uma simulação de terapia.

Feliz dia novo!

Feliz dia novo!

quinta-feira, janeiro 29, 2009 0:50

[caption id="attachment_231" align="alignleft" width="150" caption="Clique para ampliar!"][/caption] Já vesti branco, calcinha nova, pulei ondas, não dei as costas ao mar, acendi velas, presenteei Yemanjá... Até soube de recursos mais ousados, como mostrar as nádegas à Lua na hora “h”, mas preferi parar num bom prato de lentilhas... Este comportamento, embora seja comumente encontrado entre os adolescentes - em que o pensamento mágico fica em evidência – é também compartilhado por muitos maduros que apostam em pequenos rituais para garantir a chegada de um feliz ano novo. Superstições, pensamentos positivos, cada um ao seu modo carrega uma receita e na maioria dos casos a fórmula é pronta, ou seja, fruto de tradições. Ainda que sejamos considerados, desde o renascimento, uma civilização moderna, que por definição é o que se opõe a tradicional (e não sinônimo de contemporâneo), nós ainda executamos tradições, muitas já deturpadas, mesmo sem saber quando, onde e porque surgiram. O que vale nessa hora é: “Dá sorte? Então vamos que mal não vai fazer...”. Teorias muito antigas, em moda atualmente, que nos lembram a importância do poder dos nossos pensamentos, são talvez boas explicações para que estas ações – ainda que sem sentido racional – sejam válidas. Pouco importa, portanto o cenário, o figurino ou a alimentação da virada; daremos lugar à importância dos pensamentos e sentimentos gerados na fatídica noite.

DEPRESSÃO PÓS-FACULDADE - DPF

DEPRESSÃO PÓS-FACULDADE – DPF

quinta-feira, janeiro 15, 2009 14:44

[caption id="attachment_190" align="alignleft" width="150" caption="Clique para ampliar!"][/caption] Você passa quatro anos indo para o mesmo lugar todos os dias, vendo as mesmas pessoas, falando sobre o mesmo assunto, agüentando os mesmos professores chatos, idolatrando os mesmos professores ótimos, reclamando dos mesmos problemas, comendo o mesmo salgado murcho, bebendo no mesmo boteco fedido. Você passa quatro anos querendo sair mais cedo da aula todos os dias, contando as moedas pra tirar mais uma das milhares de xerox, se revoltando com a quantidade de páginas da xerox, se perdendo nos corredores da biblioteca pra achar o bendito livro, se desesperando nas provas, quebrando a cabeça pra fazer uma pauta, deixando de dormir até mais tarde no fim de semana pra fazer o tal do trabalho, indo dormir mais tarde pra fazer o tal do trabalho. Isso tudo, sem contar o último ano, em que todos esses fatores são multiplicados por quantas vezes você achar melhor. E lá vem o TCC, que tira seu tempo, seu sono, sua paciência, seus fins de semana, seus feriados, suas refeições bem feitas, seu namorado, suas noites bem-dormidas, sua diversão.