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	<title>Psicóloga &#124; Online! &#187; Crônicas</title>
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		<title>FELIZ DIA DO PSICÓLOGO</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 01:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[ser psicólogo]]></category>
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		<description><![CDATA[SER PSICÓLOGO Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade. Não apenas isso: é também uma notável dádiva. Desenvolvemos a habilidade da palavra, do olhar, das expressões, e até mesmo do silêncio. A capacidade de tirar lá de dentro o melhor que temos para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar. Ser psicólogo é um ofício tremendamente sério. Mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_559" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"></p>
<h1><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/maos.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-559 " title="psicologo" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/maos-150x150.jpg" alt="Clique para Ampliar!" width="150" height="150" /></a></h1>
<p><p class="wp-caption-text">Clique para Ampliar!</p></div>
<h1>SER PSICÓLOGO</h1>
<p>Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade.<br />
Não apenas isso: é também uma notável dádiva.<br />
Desenvolvemos a habilidade da palavra, do olhar, das expressões,<br />
e até mesmo do silêncio.<br />
A capacidade de tirar lá de dentro o melhor que temos<br />
para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar.</p>
<p>Ser psicólogo é um ofício tremendamente sério.<br />
Mas não apenas isso: é também um grande privilégio.<br />
Pois não há maior que o de tocar no que há de mais precioso e<br />
sagrado em um ser humano: seu segredo, seu medo, suas alegrias,<br />
prazeres e inquietações.</p>
<p>Somos psicólogos e trememos diante da constatação<br />
de que temos instrumentos capazes de favorecer o bem ou o mal,<br />
a construção ou a destruição.<br />
Mas ao lado disso desfrutamos de uma inefável<br />
bênção que é poder dar a alguém o toque, a chave que pode abrir portas<br />
para a realização de seus mais caros e íntimos sonhos.</p>
<p>Quero, como psicólogo aprender a ouvir sem julgar, ver sem me<br />
escandalizar, e sempre acreditar no bem.<br />
Mesmo na contra-esperança, esperar.<br />
E quando falar, ter consciência do peso<br />
da minha palavra, do conselho, da minha sinalização.</p>
<p>Que as lágrimas que diante de mim rolarem,<br />
pensamentos, declarações e esperanças testemunhadas, sejam segredos<br />
que me acompanhem até o fim.<br />
E que eu possa ao final ser agradecido pelo privilégio de ter vivido para<br />
ajudar as pessoas a serem mais felizes.<br />
O privilégio de tantas vezes ter sido único na vida de alguém que não tinha<br />
com quem contar para dividir sua solidão, sua angústia, seus desejos.<br />
Alguém que sonhava ser mais feliz, e pôde comigo descobrir que isso só começa quando a gente consegue realmente se conhecer e se aceitar.</p>
<p>Texto de: Walmir Monteiro<br />
<a href="http://www.walmirmonteiro.com/autor/index.htm" target="_blank">Psicólogo Existencial</a></p>
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		<title>Tudo depende de mim.</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 22:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[charles chaplin]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[tudo depende de mim]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.&#8221; Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite. É minha função escolher que tipo de dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>
<div id="attachment_477" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/07/cortina.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-477 " title="cortina" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/07/cortina-150x129.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="129" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>&#8220;A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.&#8221;</h3>
<p>Hoje levantei cedo<br />
pensando no que tenho a fazer<br />
antes que o relógio marque meia-noite.<br />
É minha função escolher<br />
que tipo de dia vou ter hoje.<br />
Posso reclamar porque está chovendo&#8230;<br />
ou agradecer às águas por lavarem a poluição.<br />
Posso ficar triste por não ter dinheiro&#8230;<br />
ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças,<br />
evitando o desperdício.<br />
Posso reclamar sobre minha saúde&#8230;<br />
ou dar graças por estar vivo.<br />
Posso me queixar dos meus pais<br />
por não terem me dado tudo o que eu queria&#8230;.<br />
ou posso ser grato por ter nascido.<br />
Posso reclamar por ter que ir trabalhar&#8230;<br />
ou agradecer por ter trabalho.<br />
Posso sentir tédio com as tarefas da casa&#8230;<br />
ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.<br />
Posso lamentar decepções com amigos&#8230;<br />
ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.<br />
Se as coisas não saíram como planejei,<br />
posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.<br />
O dia está na minha frente<br />
esperando para ser o que eu quiser.<br />
E aqui estou eu,<br />
o escultor que pode dar forma.</p>
<p>Tudo depende só de mim.</p>
<p><em>Charles Chaplin</em></p>
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		<title>Sexa???</title>
		<link>http://www.psicologaonline.com.br/cronicas/sexa/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 21:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[luís fernando]]></category>
		<category><![CDATA[sexa]]></category>
		<category><![CDATA[veríssimo]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexa Luís Fernando Veríssimo - Pai… - Hmmm? - Como é o feminino de sexo? - O quê? - O feminino de sexo. - Não tem. - Sexo não tem feminino? - Não. - Só tem sexo masculino? - É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino. - E como é o feminino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="mceTemp">
<div id="attachment_469" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/07/feminino-masculino21.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-469 " title="feminino masculino" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/07/feminino-masculino21-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Sexa</h2>
<h2>Luís Fernando Veríssimo</h2>
<p>- Pai…<br />
- Hmmm?<br />
- Como é o feminino de sexo?<br />
- O quê?<br />
- O feminino de sexo.<br />
- Não tem.<br />
- Sexo não tem feminino?<br />
- Não.<br />
- Só tem sexo masculino?<br />
- É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.<br />
- E como é o feminino de sexo?<br />
- Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.<br />
- Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino.<br />
- O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra &#8220;sexo&#8221; é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.<br />
- Não devia ser &#8220;a sexa&#8221;?<br />
- Não.<br />
- Por que não?<br />
- Porque não! Desculpe. Porque não. &#8220;Sexo&#8221; é sempre masculino.<br />
- O sexo da mulher é masculino?<br />
- É. Não! O sexo da mulher é feminino.<br />
- E como é o feminino?<br />
- Sexo mesmo. Igual ao do homem.<br />
- O sexo da mulher é igual ao do homem?<br />
- É. Quer dizer… Olha aqui. Tem o sexo masculino e o sexo feminino, certo?<br />
- Certo.<br />
- São duas coisas diferentes.<br />
- Então como é o feminino de sexo?<br />
- É igual ao masculino.<br />
- Mas não são diferentes?<br />
- Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.<br />
- Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.<br />
- A palavra é masculina.<br />
- Não. &#8220;A palavra&#8221; é feminino. Se fosse masculina seria &#8220;O pal…&#8221;<br />
- Chega! Vai brincar, vai.<br />
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:<br />
- Temos que ficar de olho nesse guri…<br />
- Por quê?<br />
- Ele só pensa em gramática.</p>
<p>Em: &#8220;Comédias para se Ler na Escola&#8221;.</p>
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		<title>Convite a um Encontro</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 16:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[encontro]]></category>
		<category><![CDATA[moreno]]></category>
		<category><![CDATA[poema divisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais importante do que a ciência é o seu resultado, Uma resposta provoca uma centena de perguntas. Mais importante do que a poesia é o seu resultado, Um poema invoca uma centena de atos heróicos. Mais importante do que o reconhecimento é o seu resultado, O resultado é dor e culpa. Mais importante do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_427" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/psicodrama2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-427 " title="psicodrama2" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/psicodrama2-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Mais importante do que a ciência é o seu resultado,<br />
Uma resposta provoca uma centena de perguntas.<br />
Mais importante do que a poesia é o seu resultado,<br />
Um poema invoca uma centena de atos heróicos.<br />
Mais importante do que o reconhecimento é o seu resultado,<br />
O resultado é dor e culpa.<br />
Mais importante do que a procriação é a criança.<br />
Mais importante do que a evolução da criação é a evolução do criador.<br />
Em lugar de passos imperativos, o imperador.<br />
Em lugar de passos criativos, o criador.</p>
<p>Um encontro de dois: olhos nos olhos, face a face.<br />
E quando estiveres perto, arrancar-te-ei os olhos<br />
e colocá-los-ei no lugar dos meus;<br />
E arrancarei meus olhos<br />
para colocá-los no lugar dos teus;<br />
Então ver-te-ei com os teus olhos<br />
E tu ver-me-às com os meus.<br />
Assim, até a coisa comum serve o silêncio<br />
E nosso encontro permanece a meta sem cadeias:<br />
O Iugar indeterminado, num tempo indeterminado,<br />
A palavra indeterminada para o Homem indeterminado.</p>
<p><em>Por Jacob Levy Moreno</em></p>
<p><em>Publicado em Viena, 1915.</em></p>
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		</item>
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		<title>Você e suas escolhas!</title>
		<link>http://www.psicologaonline.com.br/cronicas/voce-e-suas-escolhas/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 15:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Orientação Vocacional]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[escolha profissional]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Shinyashiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Shinyashiki Crie um tempo para pensar em sua vida. Não fuja de si mesmo. A pessoa que precisa conhecer hoje é você, com sua alma, com suas reais preferências. Como a maioria das decisões é tomada em momentos de rebeldia, seja na adolescência, seja no inconformismo assumido daqueles de mais de 40 anos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Roberto Shinyashiki</em></p>
<h5>
<div id="attachment_403" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/cerebro.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-403 " title="cerebro" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/cerebro-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<h3>Crie um tempo para pensar em sua vida. Não fuja de si mesmo. A pessoa que precisa conhecer hoje é você, com sua alma, com suas reais preferências.</h3>
</h5>
<p>Como a maioria das decisões é tomada em momentos de rebeldia, seja na adolescência, seja no inconformismo assumido daqueles de mais de 40 anos, muitas vezes as pessoas definem aquilo que não querem, mas não têm claro o que preferem da vida. Não querem, por exemplo, um trabalho que exija viagens ou detestam mexer com números ou ainda não gostam de lidar com gente o dia inteiro.</p>
<p>Mas eliminar opções não significa que você encontrou alguma. Além de saber o que não preferimos, temos de definir aquilo que preferimos: a nossa vocação.</p>
<p>Como você vai se sentir melhor no jogo da vida: sendo um goleiro, um defensor ou um atacante? Querer transformar um artilheiro em goleiro será um problema para o jogador, para o time e para toda a torcida! A pessoa tem de estar onde se sente melhor e onde seus talentos podem ser usados plenamente. Isso não significa que o atacante não possa ajudar a defesa nem que o defensor não ajude o ataque, mas o importante é que cada um siga e desenvolva a sua verdadeira vocação.</p>
<p>Para encontrar a sua vocação é preciso controlar a ansiedade e aprender a conhecer melhor a si mesmo. Na maior parte das vezes, quando oriento algum executivo ou empresário numa fase em que precisa redefinir suas prioridades de vida, percebo que mal começo a responder a uma pergunta e ele já está levantando outra questão. Nesse tipo de busca, escutar é algo importantíssimo para descobrir nossa real vocação, especialmente quando essa voz de fora consegue despertar a voz interior.</p>
<p>Reservar alguns momentos para ficar em silêncio é fundamental para avaliar a própria vida e encontrar novos rumos. Gilberto Gil canta numa de suas canções: &#8220;Se eu quiser falar com Deus, tenho que ficar a sós&#8221;. Ele sabe que é preciso estar consigo mesmo para ouvir o Deus que existe em nosso interior. Devemos procurar um lugar silencioso, uma praia, talvez uma montanha, mas também pode ser o nosso quarto, longe de revistas, livros, televisão, computador, e ficar sentados ou caminhar para escutar essa voz interior, geralmente abafada pelas preocupações e correrias cotidianas.</p>
<div id="attachment_408" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/orientacao-vocacional-2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-408 " title="orientacao-vocacional-2" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/orientacao-vocacional-2-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Você é o único que pode criar esse tempo para pensar em sua vida. Não fuja de si mesmo. O grande encontro é com você. A pessoa que precisa conhecer hoje é você, com sua alma, com suas reais preferências.</p>
<p>Se conseguir vencer a tentação de fugir, terá a chance de se encontrar consigo mesmo. É um encontro solitário. Nesse silêncio interior começam a aparecer alguns arrependimentos, algumas lembranças do passado, e isso é ótimo! Você já está de novo no seu caminho. É hora de quitar algumas dívidas consigo mesmo e perceber que ainda há muito por fazer. Chegou o momento de ter uma conversa especial com a própria consciência. E aí&#8230; Muita sinceridade, e boa sorte!</p>
<p>Se você já consegue se escutar, faça agora algumas reflexões. Que tal conhecer melhor suas idéias acerca do futuro? Vale a pena visitar seus sonhos de adolescência. O que faltou para realizá-los? Será que eles ainda estão vivos dentro de você? O que gostaria de fazer de verdade na vida? Analise esses desejos independentemente das chances de torná-los realidade.</p>
<p>Na busca da vocação é bom também conversar com outras pessoas, mas dê prioridade sempre para ouvir a sua consciência. E não queira tomar decisões com muita rapidez. Deixe a decisão amadurecer. Não adianta, por exemplo, entrar precipitadamente numa faculdade para se arrepender dois meses depois. Há sempre um intervalo entre a conversa íntima e a tomada de decisão. É claro que podemos sentir angústias nesse meio-tempo. Por isso, paciência é fundamental. E, quando fizer a sua escolha, saiba que é somente o princípio de uma longa caminhada.</p>
<p><em><strong>Roberto Shinyashiki</strong> é psiquiatra, palestrante e autor de 14 títulos, entre eles: Sempre em Frente, Os Segredos dos Campeões, Tudo ou Nada, Heróis de Verdade, Amar Pode Dar Certo, O Sucesso é Ser Feliz e A Carícia Essencial (<a title="www.clubedoscampeoes.com.br" href="http://shinyashiki.uol.com.br/" target="_blank">http://shinyashiki.uol.com.br/</a>)</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Um Meio ou uma Desculpa?</title>
		<link>http://www.psicologaonline.com.br/cronicas/um-meio-ou-uma-desculpa/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 15:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[auto-realização]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Shinyashiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Shinyashiki. Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Roberto Shinyashiki.</em></p>
<div id="attachment_399" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/interrogacao.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-399 " title="interrogacao" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/interrogacao-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.</p>
<p>Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.</p>
<p>O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.</p>
<p>Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.</p>
<p>A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois…</p>
<p>Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.<br />
Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>“Cartas a um jovem terapeuta” &#8211; o quarto traço</title>
		<link>http://www.psicologaonline.com.br/psicologia/%e2%80%9ccartas-a-um-jovem-terapeuta%e2%80%9d-o-quarto-traco/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 01:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiane Gama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapeuta]]></category>
		<category><![CDATA[“Cartas a um jovem terapeuta”]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologaonline.com.br/?p=247</guid>
		<description><![CDATA[O psicanalista Contardo Calligaris discute em seu livro “Cartas a um jovem terapeuta” os traços de caráter que procuraria em quem quisesse se tornar psicoterapeuta. Esse trecho é uma maneira de aguçar a vontade de ler esse livro e descobrir alguns desafios da nossa profissão. 4) O quarto e ultimo traço que gostaria de encontrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_248" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/02/humor-freud.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-248 " title="humor-freud" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/02/humor-freud-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>O psicanalista Contardo Calligaris discute em seu livro “Cartas a um jovem terapeuta” os traços de caráter que procuraria em quem quisesse se tornar psicoterapeuta. Esse trecho é uma maneira de aguçar a vontade de ler esse livro e descobrir alguns desafios da nossa profissão.</p>
<p>4) O quarto e ultimo traço que gostaria de encontrar no futuro psicoterapeuta é uma boa dose de sofrimento psíquico. Desaconselho a profissão a quem está “muito bem, obrigado”, por duas razões.<br />
Primeiro, uma parte essencial da formação de um terapeuta que trabalhará com as motivações conscientes ou inconscientes de seus pacientes consiste no seguinte: o futuro terapeuta deve ele mesmo, ser paciente durante um bom tempo. Certo, é possível, aparentemente, submeter-se a uma terapia ou a uma psicanálise só por razões didáticas, para aprender o método ou, como dizem alguns, para se conhecer melhor. Mas insisto no “aparentemente”, pois de fato, é improvável que uma psicanálise aconteça sem que um sofrimento reconhecido motive o paciente. O processo não é necessariamente desagradável, mas pede uma determinação e uma coragem que podem falhar mais facilmente em quem não precisa de tratamento. Por que diabo me aventurei a explorar porões de minha cabeça, lugares malcheirosos e arriscados, se não for empurrado pela vontade de resolver um conflito, acalmar um sintoma e conseguir viver melhor? Uma terapia puramente didática é geralmente uma simulação de terapia.<br />
<span id="more-247"></span>E eis uma segunda razão para preferir que o futuro psicoterapeuta traga consigo uma boa dose de sofrimento psíquico e precise se curar. Durante os anos de sua pratica clinica, no futuro, muitas vezes você duvidará da eficácia de seu trabalho. Encontrará pacientes que não melhoram, agarrados a seus sintomas mais dolorosos como um náufrago a um salva-vida; viverá momentos consternados em que as palavras que lhe ocorrerão parecerão alfinetes de brinquedo agitados em vão contra forças imensamente superiores. Nesses momentos (que acredite, serão freqüentes) será bom lembrar que você sabe mesmo (e não só pelos livros) que sua prática adianta. Sabe porque a pratica que você propõe a seus pacientes já curou ao menos um: você.<br />
Resumindo, meu jovem amigo que pensa em ser terapeuta, se você sofre, se seus desejos são um pouco (ou mesmo muito estranhos), se (graças à sua estranheza) você contempla carinho e sem julgar (ou quase) a variedade de condutas humanas, se gosta da palavra e se não é animado pelo projeto de se tornar um notável de sua comunidade, amado e respeitado pela vida afora, então bem-vindo ao clube: talvez a psicoterapia seja uma profissão para você.<br />
Abç.</p>
<p>Calligaris, Contado – Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos &#8211; Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.</p>
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		<title>Feliz dia novo!</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 00:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiane Zacchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[ano novo]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
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		<description><![CDATA[Já vesti branco, calcinha nova, pulei ondas, não dei as costas ao mar, acendi velas, presenteei Yemanjá&#8230; Até soube de recursos mais ousados, como mostrar as nádegas à Lua na hora “h”, mas preferi parar num bom prato de lentilhas&#8230; Este comportamento, embora seja comumente encontrado entre os adolescentes &#8211; em que o pensamento mágico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dia-novo.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-231  " title="dia-novo" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dia-novo-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Já vesti branco, calcinha nova, pulei ondas, não dei as costas ao mar, acendi velas, presenteei Yemanjá&#8230; Até soube de recursos mais ousados, como mostrar as nádegas à Lua na hora “h”, mas preferi parar num bom prato de lentilhas&#8230; Este comportamento, embora seja comumente encontrado entre os adolescentes &#8211; em que o pensamento mágico fica em evidência – é também compartilhado por muitos maduros que apostam em pequenos rituais para garantir a chegada de um feliz ano novo. Superstições, pensamentos positivos, cada um ao seu modo carrega uma receita e na maioria dos casos a fórmula é pronta, ou seja, fruto de tradições.<br />
Ainda que sejamos considerados, desde o renascimento, uma civilização moderna, que por definição é o que se opõe a tradicional (e não sinônimo de contemporâneo), nós ainda executamos tradições, muitas já deturpadas, mesmo sem saber quando, onde e porque surgiram. O que vale nessa hora é: “Dá sorte? Então vamos que mal não vai fazer&#8230;”.<br />
Teorias muito antigas, em moda atualmente, que nos lembram a importância do poder dos nossos pensamentos, são talvez boas explicações para que estas ações – ainda que sem sentido racional – sejam válidas. Pouco importa, portanto o cenário, o figurino ou a alimentação da virada; daremos lugar à importância dos pensamentos e sentimentos gerados na fatídica noite.<br />
<span id="more-230"></span>Ora, mas se dermos tanta responsabilidade à qualidade destes pensamentos e sentimentos, entramos em um novo problema: E se justo naquela noite não estiver bem e por algum motivo não tiver seus melhores pensamentos e sentimentos? E se a festa for horrível, e se beber demais e passar mal na virada? E se estiver com a família e ter pensamentos agressivos contra a sogra?<br />
Boa notícia: Teremos o dia seguinte e se tudo correr bem o outro e o outro também para você cumprir sua lista, ser a nova mulher que prometeu; fazer aquela diferença no trabalho; começar a reciclar o lixo em casa; ser mais paciente, etc, etc, etc.</p>
<p><em>Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um&#8230;</em> E nada mudou?</p>
<p>Nosso calendário nos ilude de que um novo ciclo se inicia e que é agora ou nunca, ou de fato uma nova contagem se faz necessária para renovarmos nossos votos a nós mesmos? Mas a cada 365 dias não seria pouco?<br />
O que pretendo refletir está na relação entre o que é idealizado e o que é realizado efetivamente. Se o ano será o que fizermos dele (salvo os tais mistérios entre céu e terra&#8230;), resultado de nossos planejamentos e atitudes, deveríamos nos debruçar mais sobre as ações que realizamos e principalmente nas que deixamos de realizar, pois mesmo com boa dose de razão e espírito estratégico, o que se observa é um comportamento de sabotagem constante aos próprios planos traçados.<br />
A auto sabotagem é um fenômeno inconsciente que nos torna inimigos primeiros de nós mesmos. E um inimigo disfarçado de amigo não representa perigo, portanto, sempre iremos encontrar algo ou alguém responsável pelo nosso fracasso: “Parei a terapia porque estava cara, não vou mais à aula de yoga porque pego muito trânsito, não farei o curso de inglês porque&#8230;”. Sempre haverá uma justificativa sensata para camuflar nossa preguiça, orgulho, medo de sair da zona de conforto, de perder os papéis exercidos, ou ainda por algum motivo, não nos consideramos merecedores do sucesso, ou desejamos nos punir por um sentimento de culpa inconsciente.<br />
Cada vez que desconfiamos de nossa capacidade de superar obstáculos, cultivamos um sentimento de covardia interior que bloqueia nossas emoções e nos paralisa. Muitas vezes, o medo da mudança é maior do que a força para mudar. Por isso, enquanto tivermos resistência em rever nossos erros e aprender com eles, estaremos bloqueados. Não haverá uva ou roupa branca que dê jeito!</p>
<div id="attachment_232" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/fogos_de_artificio.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-232 " title="fogos_de_artificio" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/fogos_de_artificio-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>O ciclo mais importante é o de 24h e não o de 365 dias. Para cada final de dia sim, deveríamos escolher um pijama legal pra fechar a noite, preparar uma janta saudável, falar o quanto ama a quem se ama, talvez um vinho? Talvez fogos por ter cumprido mais um dia? Alguns deles realmente mereceriam&#8230; Ou mais uma vez, esquecendo o cenário e o figurino, apenas refletir sobre esse pequeno ciclo, lembrando o que fez de bom, se perdoando pelo que não cumpriu ou não fez bem, sem culpas, sem cobranças excessivas.<br />
Como nos lembram os orientais, nascemos a cada inspiração, morremos a cada expiração, a todo instante, um novo ciclo, novas células, um recomeço&#8230;<br />
Portanto, a ginástica não precisa esperar novamente a próxima 2º feira!</p>
<p>Feliz dia novo!</p>
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		<title>DEPRESSÃO PÓS-FACULDADE &#8211; DPF</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 14:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[pós-faculdade]]></category>

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		<description><![CDATA[Você passa quatro anos indo para o mesmo lugar todos os dias, vendo as mesmas pessoas, falando sobre o mesmo assunto, agüentando os mesmos professores chatos, idolatrando os mesmos professores ótimos, reclamando dos mesmos problemas, comendo o mesmo salgado murcho, bebendo no mesmo boteco fedido. Você passa quatro anos querendo sair mais cedo da aula [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_190" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/depressao.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-190 " title="depressao" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/depressao-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Você passa quatro anos indo para o mesmo lugar todos os dias, vendo as mesmas pessoas, falando sobre o mesmo assunto, agüentando os mesmos professores chatos, idolatrando os mesmos professores ótimos, reclamando dos mesmos problemas, comendo o mesmo salgado murcho, bebendo no mesmo boteco fedido.</p>
<p>Você passa quatro anos querendo sair mais cedo da aula todos os dias, contando as moedas pra tirar mais uma das milhares de xerox, se revoltando com a quantidade de páginas da xerox, se perdendo nos corredores da biblioteca pra achar o bendito livro, se desesperando nas provas, quebrando a cabeça pra fazer uma pauta, deixando de dormir até mais tarde no fim de semana pra fazer o tal do trabalho, indo dormir mais tarde pra fazer o tal do trabalho.</p>
<p>Isso tudo, sem contar o último ano, em que todos esses fatores são multiplicados por quantas vezes você achar melhor. E lá vem o TCC, que tira seu tempo, seu sono, sua paciência, seus fins de semana, seus feriados, suas refeições bem feitas, seu namorado, suas noites bem-dormidas, sua diversão.<br />
<span id="more-189"></span><br />
Mas, em compensação você ganha, entre os itens que mais se destacam, um belo par de olheiras e aversão à gráficas incluindo as pessoas que lá trabalham) e impressoras (um grande parabéns aos que não quebraram ou não eram pelo menos um soco em alguma). Não podemos deixar de citar as brigas com o seu grupo e as incontáveis vezes em que você escreveu, reescreveu, editou, gravou, fotografou, deletou tudo e começou de novo.</p>
<p>Chega o grande dia e junto com ele, um imenso alívio. É isso. Acabou. Tchau.<br />
Bye bye. Até mais. Te vejo por aí.</p>
<p>Você trabalha e depois das 18h vai pra casa. No dia seguinte também. E no outro, e no outro. Alguns arrumam outras atividades pra ocupar o tempo.<br />
Outros simplesmente vão pra casa, sentam-se no sofá e assistem tv, dormem, comem, babam na almofada sem se  importar em ver o tempo passar.<br />
Mas, têm também aqueles que sentem um enorme vazio. Cadê os meus amigos pra conversar?<br />
E os textos que eu tinha pra ler? Para onde foram professores que eu parava para trocar idéia no corredor?<br />
Cadê tudo o que eu fazia todos os dias? Cadê as pessoas que eu convivia?</p>
<p>Acabou.</p>
<p>É, meu amigo. Está com esses sintomas? Então você está com a tal da DPF &#8211; Depressão pós-faculdade.<br />
Tudo aquilo que você xingou por anos, agora faz uma falta enorme aí na sua vida.<br />
Ficou um buraco. E, se você não aproveitou, esse buraco fica ainda maior.</p>
<p>Portanto, se durante os quatro anos você não quis comer aquele salgado gorduroso, tomar a cerveja no boteco da esquina, comprar a trufa que sua colega vendia, fazer a pauta, escrever a matéria, gravar o programa, pegar a sonora, fotografar o fulano, diagramar o texto, estudar pra prova, pedir pro professor tirar sua falta, conversar durante a aula e tomar bronca, dar uma de nerd e responder o que o professor pergunta e muito, muuuuito mais&#8230;<br />
perdeu.</p>
<p>Se você está entrando na faculdade agora, aproveite cada minuto. Xingue, mas não deixe nada passar.<br />
Agora, se assim como eu, você fez tudo isso e com muito orgulho, curta a saudade, reencontre os amigos e professores e lembre-se que essa foi uma das melhores épocas da sua vida.</p>
<p>E que, da faculdade, você tire pelo menos esta lição: os momentos e as pessoas são únicos !!!<br />
E as oportunidades também.</p>
<p>Autor desconhecido.</p>
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