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	<title>Psicóloga &#124; Online! &#187; Cotidiano</title>
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		<title>Psicóloga que afirma curar homossexuais é punida pelo CFP</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 17:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[CRPSP]]></category>
		<category><![CDATA[homossexualismo]]></category>
		<category><![CDATA[psicóloga Rozângela]]></category>
		<category><![CDATA[punição CFP]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique para ampliar! O Conselho Federal de Psicologia pune com censura pública a psicóloga do Rio de Janeiro, Rozângela Alves Justino. A psicóloga Rozângela Alves Justino afirma curar pessoas homossexuais que, segundo ela, procuram auxilio voluntariamente. O comportamento da psicóloga vai contra a Resolução CFP n° 01/99 que afirma: &#8220;A homossexualidade não constitui doença, nem [...]]]></description>
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<dl id="attachment_586" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px;">
<dt class="wp-caption-dt">
<h2><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/exgay.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-586 " title="exgay" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/exgay-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a></h2>
</dt>
<dd class="wp-caption-dd">
<h2>Clique para ampliar!</h2>
</dd>
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</h3>
<h2>O Conselho Federal de Psicologia pune com censura pública a psicóloga do Rio de Janeiro, Rozângela Alves Justino.</h2>
<p>A psicóloga Rozângela Alves Justino afirma curar pessoas homossexuais que, segundo ela, procuram auxilio voluntariamente. O comportamento da psicóloga vai contra a <strong>Resolução CFP n° 01/99 que afirma: &#8220;A homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão&#8221;.</strong><br />
Segundo o jornal do CRP SP, número 150 de janeiro/março de 2007, <em>“a resolução contribui para a eliminação do preconceito e a aceitação da diversidade sexual humana, que <strong>se torna obrigatória para os psicólogos</strong>. Representa também um recado para a sociedade ao anunciar um claro posicionamento do Sistema Conselhos de Psicologia a respeito do assunto, que se relaciona com os princípios básicos do Código de Ética, dentre os quais destacam-se: </em></p>
<p><em>I &#8211; O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na <strong>promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano</strong>, apoiado nos <strong><span style="text-decoration: underline;">valores</span></strong> que embasam a <strong>Declaração Universal dos Direitos Humanos</strong>.</em></p>
<p><em>II &#8211; O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e da coletividade e <strong>contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de</strong> negligência,<strong> discriminação</strong>, exploração, violência, crueldade e opressão.”</em> (<strong>os grifos são meus</strong>).</p>
<p>Em minha opinião a punição do CFP está sendo muito branda a uma pessoa que diz ser profissional da área da saúde e estudar tanto sobre a homossexualidade, mas esquece de estudar os livros mais importantes para a promoção da saúde e a profissão da psicologia.</p>
<p>Parece-me que a “profissional” esqueceu que a função do psicólogo não é ser o fator determinante de mudança e sim um meio para as pessoas possam se compreender melhor e se aceitarem para que possam buscar a própria felicidade. Sendo a psicologia então uma atividade de meios e não de fins. Coloco a felicidade aqui, não apenas como sentimento, mas sim como estado de espírito.</p>
<p>Não seriam necessários anos de estudos e prática para observar nos escritos de Freud e quaisquer outros teóricos da psicologia, que a orientação da libido a um objeto, seja ele do mesmo sexo ou não, nunca foi considerada patológica, ou seja, o comportamento homossexual ou heterossexual nunca foi enquadrado como mais ou menos adequado. Em seu ensaio de 1920 “A Psicogênese de um Caso de Homossexualismo numa Mulher&#8221;, Freud afirma: <em>&#8220;Não compete à psicanálise solucionar o problema do homossexualismo. Ela deve contentar-se com revelar os mecanismos psíquicos que culminaram na determinação da escolha de objeto, e remontar os caminhos que levam deles até as disposições instintuais&#8221;</em> (pág. 211).</p>
<p>A psicologia hoje é totalmente complacente em pesquisas e estudos de novas práticas de atuação, mas o que não dá para admitir é o fato de não existir estudos comprobatórios sobre a cura da homossexualidade e pelo contrário, existir resoluções e decretos que garantem o livre arbítrio das pessoas em sua orientação sexual e ainda assim termos em nossa comunidade profissional, pessoas que afirmam desligar o interruptor da homossexualidade e prometendo cura de algo não curável.</p>
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		<title>Um segundo estupro?!</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 23:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[aborto]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[estupro]]></category>
		<category><![CDATA[excomunhão]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
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		<description><![CDATA[O assunto pode já estar passado, mas ainda precisa ser comentado. O estupro é uma prática de violência grave, considerado um dos crimes mais violentos (crime hediondo – que deve ser entendido como crimes mais graves, mais revoltantes, que causam maior aversão à coletividade). As características comportamentais das pessoas que praticam este ato de violência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_294" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/03/pedofilia.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-294" title="pedofilia" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/03/pedofilia-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>O assunto pode já estar passado, mas ainda precisa ser comentado. O estupro é uma prática de violência grave, considerado um dos crimes mais violentos (crime hediondo – que deve ser entendido como crimes mais graves, mais revoltantes, que causam maior aversão à coletividade).<br />
As características comportamentais das pessoas que praticam este ato de violência poderiam ser analisadas por vários psicólogos a partir de diversas teorias, mas ainda assim ficariam alguns aspectos obscuros que não conseguiríamos explicar.<br />
Não quero aqui analisar o perfil de um estuprador, de como sua psicose se manifesta, pois acho que mais importante do que isto, é analisar a condição de vida familiar e individual das pessoas envolvidas após os atos cometidos.<br />
Referente ao caso mais recente, da menina de 9 anos que foi violentada pelo padrasto em Alagoinha (PE) é impossível deixar de se perguntar, como está a vida da mãe da garota? E a garota? E, sua irmã que não tem sido foco da história, mas também deveria ser analisada? Quem tem cuidado destas vidas?<br />
A grande maioria das pessoas se preocupa em o que fazer com o acusado, quando o foco da história deveriam ser estas pessoas e suas relações familiares que foram destruídas e que não voltarão ao estado original. Se bem que, é quase provável que o estado original desta relação familiar já estivesse prejudicado.<br />
Foi vinculada uma nota na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u530468.shtml" target="_blank">Folha Online</a>, afirmando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a decisão do arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, de excomungar a mãe e os médicos que realizaram o aborto da menina. Isso significa que essas pessoas não podem mais receber a eucaristia ou outros sacramentos da Igreja Católica, entre eles o casamento; mas não há a proibição de participarem de celebrações da Igreja, como missas.<br />
O padrasto foi preso e confessou à polícia que abusava sexualmente dela e da irmã mais velha, de 14 anos, que possui problemas mentais, há cerca de três anos, quando passou a viver com elas.<br />
Segundo a mídia, Lula defendeu os médicos: &#8220;Não é possível permitir que uma menina estuprada pelo padrasto tenha esse filho. Até porque a menina que corria risco de morte. Nesse aspecto, a medicina está mais correta que a igreja&#8221;, disse o presidente.<br />
Lula também falou sobre o caso durante a cerimônia. Para ele, o caso reflete um &#8220;processo de degradação da estrutura da sociedade&#8221;. Afirmando também que &#8220;isso é um processo de degradação da estrutura da sociedade. Se pai e mãe não estiverem bem, pode estar certo de que os filhos não estarão bem. Por isso, pai e mãe têm sempre que dar o exemplo de comportamento.&#8221; E, concluindo: &#8220;Se pai e mãe, então, estão desajustados, a tendência natural é passar o desajuste para a família, e aí a gente entra nesse processo de deformação da sociedade brasileira&#8221;.<br />
Gilberto Dimenstein, que é colunista da Folha de S.Paulo, apontado pela revista Época em 2007 como umas das cem figuras mais influentes do país, por suas reportagens sobre temas sociais e suas experiências em projetos educacionais, publicou também em 06 de março suas considerações sobre o caso. Gostaria de registrar suas palavras, retiradas do site <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u530330.shtml" target="_blank">Folha Online</a>, na íntegra:<br />
<em>&#8220;Não sou religioso &#8211; e, ainda por cima, sou judeu. Talvez não seja o indivíduo mais recomendado para comentar a decisão da Igreja Católica de excomungar a mãe da menina de nove anos em Pernambuco e os médicos que fizeram o aborto &#8211;a menina, de 9 anos, estava grávida do padrasto. A excomunhão me parece um segundo estupro.<br />
Apesar de discordar, posso entender que a Igreja condene o aborto. Até, fazendo força, entendo que condenem um padre, parlamentar do PT, que defendeu o uso da camisinha. São posições arcaicas e, na minha visão, prejudiciais à saúde pública, mas se inserem em princípios.<br />
O que não consigo entender é por que estão humilhando e fazendo sofrer ainda mais a mãe da menina grávida, já condenada a um drama familiar &#8211;um sofrimento que se estende para a garota, que fica como filha de uma excomungada. Quem conhece a religiosidade do interior do Nordeste sabe o peso disso.<br />
Faltou aí não só bom senso, mas humanidade. Duvido que essa seja a opinião da maioria dos católicos.&#8221;</em></p>
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