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	<title>Psicóloga &#124; Online!</title>
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		<title>Recurtamento: Programa de Formação Gerencial &#8211; Área Comercial</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 22:05:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[recrutamento;formação gerencial;bpc]]></category>

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		<description><![CDATA[A BPC Recruitment Experts é uma consultoria do Grupo Business Partners Consulting, e está assessorando uma das Maiores Instituições Financeiras do país na condução do: Programa de Formação Gerencial Área Comercial Os profissionais receberão capacitação técnica e comportamental, referente ao mercado financeiro, sendo preparados para iniciar uma carreira de sucesso. Venha fazer parte deste Time! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.bpc.com.br/home.asp" target="_blank">BPC <em>Recruitment Experts</em></a> é uma consultoria do Grupo <a href="http://www.businesspartners.com.br/" target="_blank">Business Partners Consulting</a>, e está assessorando uma das Maiores Instituições Financeiras do país na condução do:</p>
<h2>Programa de Formação Gerencial<br />
Área Comercial</h2>
<p>Os profissionais receberão capacitação técnica e comportamental, referente ao mercado financeiro, sendo preparados para iniciar uma carreira de sucesso.</p>
<address style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Venha fazer parte deste Time!</strong></span></address>
<blockquote><p><span style="color: #800000;"><strong>Requisitos</strong></span></p></blockquote>
<p><strong>Escolaridade<br />
</strong>Formação ou Pós-Graduação em Administração de Empresas, Economia, Ciências Contábeis, Engenharia, Marketing ou áreas afins</p>
<p><strong>Perfil Comercial</strong><br />
Experiência mínima de 2 anos em atividades comerciais ou de Atendimento a Clientes.</p>
<p style="text-align: center;">Certificação ANBID e/ou Inglês Avançado serão<br />
considerados como diferenciais</p>
<p style="text-align: center;">Inscrições até <span style="color: #ff0000;"><strong>31/05/2010<br />
</strong></span><a href="http://www.bpc.com.br/home.asp" target="_blank">http://www.bpc.com.br/home.asp</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2010/05/BPC.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-648" title="BPC" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2010/05/BPC.jpg" alt="" width="149" height="60" /></a></p>
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		<title>Vagas para: Programa Formação Gerencial &#8211; Área Comercial</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 21:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[vagas;recrutamento;bpc]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Programa-Formação-Gerencial.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-644" title="Programa Formação Gerencial" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Programa-Formação-Gerencial.jpg" alt="" width="627" height="809" /></a></p>
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		<title>CRP SP apresenta obras finalistas do V Prêmio Arthur Bispo do Rosário na Estação Sé do Metrô</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 14:47:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[CRPSP]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio arthur bispo]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir do dia 10 de outubro de 2009, sábado, na Estação Sé do Metrô, estará aberta a Exposição das obras finalistas do V Prêmio Arthur Bispo do Rosário, promovido pelo Conselho Regional de Psicologia de São Paulo-CRP SP. O certame, que oferece prêmios de até 2 mil reais, visa estimular a veia artística dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/03/crpsp2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-255" title="crpsp2" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/03/crpsp2.jpg" alt="crpsp2" width="150" height="84" /></a>A partir do dia 10 de outubro de 2009, sábado, na Estação Sé do Metrô, estará aberta a Exposição das obras finalistas do V Prêmio Arthur Bispo do Rosário, promovido pelo Conselho Regional de Psicologia de São Paulo-CRP SP. O certame, que oferece prêmios de até 2 mil reais, visa estimular a veia artística dos usuários dos serviços de saúde mental. Ao todo, são 65 trabalhos produzidos nas categorias Esculturas e Instalações, Pinturas e Ilustrações, Fotografias e Imagens, Poesias e Textos, Livros e Vídeos, vindos de várias cidades do Estado de São Paulo. A exposição vai até o dia 2 de novembro de 2009.<br />
O prêmio é uma homenagem ao sergipano, diagnosticado como esquizofrênico, que durante 50 anos viveu internado em clínica psiquiátrica no Rio de Janeiro. Arthur Bispo do Rosário faleceu em 1989, mas deixou um número muito grande de obras, nas mais diferentes manifestações artísticas, demonstrando a capacidade criadora do ser humano.<br />
Puderam participar do concurso também parentes e amigos que, de certa forma, estiveram ou estão envolvidos com os usuários diretos dos serviços de saúde mental. Veja outras informações no endereço <a href="http://www.crpsp.org.br/premio" target="_blank">www.crpsp.org.br/premio</a>.</p>
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		<title>PRINCÍPIOS PARA O BOM RELACIONAMENTO E A COMUNICAÇÃO</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento interpessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[1. tenha e demostre interesse pelas pessoas, criando um ambiente propício à boa comunicação e ao diálogo franco e aberto. 2. comunique-se pensando não apenas em passar algo prá frente. 3. lembre-se que a boa comunicação é responsabilidade de todos. 4. assegure-se de que foi bem compreendido sempre que passar uma informação ou transferir um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_635" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/sucesso.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-635 " title="relacionamento empresarial" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/sucesso-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>1. tenha e demostre interesse pelas pessoas, criando um ambiente propício à boa comunicação e ao diálogo franco e aberto.</p>
<p>2. comunique-se pensando não apenas em passar algo prá frente.</p>
<p>3. lembre-se que a boa comunicação é responsabilidade de todos.</p>
<p>4. assegure-se de que foi bem compreendido sempre que passar uma informação ou transferir um recado.</p>
<p>5. procure ter certeza que entendeu, sempre que receber informações ou instruções &#8211; ouça com cuidado.</p>
<p>6. classifique e verifique: quando estiver comunicando, verifique se está sendo claro e objetivo e ainda, se foi bem compreendido.</p>
<p>7. classifique e verifique:<br />
* perguntando: não se acanhe, pois a única pergunta estúpida deste mundo é aquela que não foi feita.<br />
* repetindo: repita para eliminar enganos, obter mensagens claras, pedidos bem anotados e esclarecer instruções.<br />
* testando a transferência: peça para o ouvinte para repetir o que você disse</p>
<p>8. olhe diretamente para a pessoa com quem você fala</p>
<p>9. não interrompa, não seja ouvinte &#8220;boca aberta&#8221;.</p>
<p>Desta forma, você terá maiores condições de garantir na comunicação:<br />
* a clareza: seja preciso, utilizando palavras claras, objetivas, dirigidas à pessoa certa, com menor risco de mal-entendidos.<br />
* a coerência: comunique o que estiver relacionado com os objetivos do trabalho da sua área e em consequência, o da empresa como um todo.<br />
* a utilidade: diga a finalidade de comunicação; é bom que a pessoa saiba para que sua ação, desencadeada pela comunicação, vai servir.<br />
* a adequação: comunique no momento oportuno, evitando prazos espremidos, &#8220;em cima da hora&#8221;, &#8220;prá ontem&#8221; .<br />
* a compreensão: verifique se o outro entendeu exatamente o que você quis dizer.<br />
* a rapidez: verifique se estão sendo tomadas as providências necessárias, seja na realização do trabalho, seja na implantação de novos métodos, evitando que assuntos importantes fiquem engavetados.</p>
<p>Quando, porém, você tiver um problema ou dificuldade, observe algumas etapas de solução:</p>
<p>1. Obtenha os fatos: Dialogue, converse com as pessoas interessadas e colha fatos, separando-os de sentimentos e opiniões.</p>
<p>2. Pondere e decida: Analise e agrupe os fatos, relacionando-os entre si. Levante várias medidas possíveis e escolha a melhor alternativa.</p>
<p>3. Tome providências: Aja oportunamente, verificando:<br />
* você vai resolver este assunto por si mesmo ?<br />
* precisará de alguma ajuda ?<br />
* Escolha a oportunidade certa para agir.</p>
<p>4. Verifique resultados: Acompanhe os resultados da sua ação, determinando antecipadamente quando deve ser iniciada a verificação. Observe alterações nos comportamentos e nas relações entre as pessoas.</p>
<h3>CONCLUSÃO</h3>
<p>Se você colocar em prática todos estes pontos que não foram discutidos sobre comunicação, seja junto aos seus colaboradores, superiores ou pares, tenha certeza de que os resultados serão anotados no seu trabalho e no trabalho da área pela qual você é responsável, como diminuição de erros, trabalhos refeitos, aumento de satisfação, interesse e produtividade.</p>
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		<title>O TEMPO E O PROCRASTINADOR</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[administração do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[procrastinar]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[“Não há vento favorável, para quem não sabe aonde quer chegar”.    Sêneca A partir de uma visão empresarial, o tempo é um recurso finito – como o petróleo, o carvão, o outro e a boa vontade. Ele pode ser esticado e – uma vez gasto – não pode ser recuperado. Ao contrário dos recursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em></em></p>
<div id="attachment_631" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/tempo2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-631 " title="tempo" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/tempo2-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>“Não há vento favorável, para quem não sabe aonde quer chegar”.</p>
<p> </p>
<p> Sêneca</p>
<p>A partir de uma visão empresarial, o tempo é um recurso finito – como o petróleo, o carvão, o outro e a boa vontade. Ele pode ser esticado e – uma vez gasto – não pode ser recuperado.</p>
<p>Ao contrário dos recursos físicos, ele não pode ser armazenado na prateleira, e não é possível fazer um pedido e mandarem mais do estoque. O tempo começa a se esgotar desde o momento em que o relógio inicia a marcação e, numa empresa em crescimento, parece nunca haver tempo suficiente.</p>
<p>&#8230;“Administrar bem o tempo tem sido, para a maioria das pessoas, uma espécie de missão impossível. Não faltam motivos para acreditar nisso. Segundo pesquisa feita entre 2000 e 2001 pela International Stress Management (Isma), no Brasil a média semanal de horas trabalhadas varia de 47 a 49, o que representa um mês à mais ao ano quando comparada à de dez anos atrás. Ao mesmo tempo, o universo corporativo vem passando por profundas transformações. As organizações estão mais enxutas, o trabalho está cada vez mais complexo e a pressão por resultados só faz aumentar. Vivemos uma angústia permanente por não conseguir absorver o volume de informações disponíveis. Numa simples banca de jornal existem mais de 3 mil títulos à venda, entre jornais, revistas, fascículos, edições especiais etc. No ano de 2000, foram lançadas e reeditadas pelas editoras mais de 45 mil obras, segundo dados da Câmara Brasileira do Livro. E há ainda a Internet. Sobra pouco ou quase nenhum tempo para família, filhos, exercícios físicos, lazer”&#8230;. (Você s.a., março/2002, Edição nº 45, p. 27).</p>
<p>&#8230;“Procrastinar é sinônimo de deixar para amanhã, “empurrar com a barriga”, prostergar, adiar.<br />
É um comportamento de autodefesa, um modo de diminuir diversos medos. Segundo Neil Fiore, da Universidade da Califórnia, em Berkley, “é um mecanismo para enfrentar a ansiedade associada com iniciar ou completar qualquer tarefa ou decisão”&#8230;.</p>
<p>&#8230;Procrastinadores pensam ter uma falta de habilidade em gerenciar seu tempo. Procuram livros e cursos sobre o assunto, mas todas as abordagens tradicionais falham. Procrastinadores crônicos, em vez de fazerem as coisas, tendem a gastar seu tempo pensando sobre o que eles deveriam estar fazendo. E é aí que a vida se vai.</p>
<p>É preciso entender que seu comportamento é uma tentativa de resolver uma variedade de questões, em que aparecem perfeccionismo, baixa auto-estima, medos, desequilíbrio entre trabalho e lazer.</p>
<p>São cinco os grandes medos que conduzem à procrastinação: medo do fracasso (a procrastinação dá uma desculpa para não atingir a nota ou desempenho máximo), do sucesso (mantém-nos afastado do melhor e das conseqüências que podem advir), de perder a batalha (um modo indireto de resistir à pressão de autoridades), da separação (se você valoriza acima de tudo sua individualidade e solidão e se sente ameaçado quando se envolve demais com outras pessoas).”&#8230; (Revista Vencer, nº 24, Setembro/2001, p. 35 e 36).</p>
<p>&#8230;“Entre a fauna de procrastinadores, podemos identificar algumas espécies bem definidas:<br />
Procrastinador Emocional: o que não consegue fazer nada que não atenda a suas aspirações de satisfação imediata. Na filosofia poderia ser classificado como um hedonista. O que dá prazer, faço agora, o que não dá, deixo para depois, quem sabe para o dia de São Nunca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Procrastinador Estressado:</strong></span> o que qualifica todas as tarefas, ou a maioria delas, como barreiras quase intransponíveis a serem superadas todos os dias. O estresse que rola em seu dia-a-dia, fatalmente provoca acúmulos, delongas e procastinações. O grande problema do estressado é o de não confiar em suas próprias habilidades para resolver os problemas básicos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Procrastinador Confuso:</strong></span> o que é incapaz de priorizar. Embaralha as tarefas aleatoriamente, sem uma cronologia que obedeça à lógica simples de se fazer primeiro o que é mais importante, e depois o restante. Acaba tendo que deixar para amanhã alguma coisa que tinha que ter sido feita hoje.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Procrastinador Atemporal:</strong></span> o que não tem noção de tempo. Administra os minutos como se fossem horas e vice-versa. É aquele cuja frase preferida é: “Meu sonho de consumo é um dia de 48 horas”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Procrastinador Preguiçoso:</strong></span> o que acha que nada é mais importante do que seu conforto. É o tal que acredita que o que é vital hoje será importante amanhã e secundário depois de amanhã. Portanto não há nada que o tempo não resolva. Deixa quieto!</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Procrastinador Folclórico:</strong></span> o que se orgulha de ser o que deixa para depois, pois nato tem outra maneira de se diferenciar dentro da empresa.</p>
<p>Independente da variedade, não há como deixar de reconhecer um exemplar procrastinador. É aquele para quem, com o tempo, já não se dá nenhuma tarefa importante. Vira motivo de comentários maldosos ou engraçadinhos.”&#8230; (Revista Vencer, nº 24, Setembro/2001, p. 98).</p>
<p>E aí, você é um procrastinador?</p>
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		<title>MITOS SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE LÍDERES</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia organizacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Mitos sobre liderança são comuns e bastante disseminados, ainda que muitas vezes de forma implícita e sutil. São, em geral, crenças geradas por preconceitos e estereótipos, que acabam tendo um efeito negativo sobre organizações e sobre a sociedade na medida em que desencorajam líderes em potencial a assumirem os papéis de liderança necessários. Este quadro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_619" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/lideranca-1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-619 " title="liderança" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/lideranca-1-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Mitos sobre liderança são comuns e bastante disseminados, ainda que muitas vezes de forma implícita e sutil. São, em geral, crenças geradas por preconceitos e estereótipos, que acabam tendo um efeito negativo sobre organizações e sobre a sociedade na medida em que desencorajam líderes em potencial a assumirem os papéis de liderança necessários. Este quadro resume algumas constatações de Bennis (resultantes de seus extensos trabalhos sobre o tema) que destróem vários mitos &#8220;comumentes aceitos&#8221;. Fazer com que estas &#8220;verdades&#8221; incorporem-se à cultura da organização, transformando-se em valores compartilhados por todos, pode representar um importante caminho para desenvolver líderes eficazes, capazes de potencializar continuamente a força humana da empresa.</p>
<p>1. Liderança é uma habilidade latente em todas as pessoas.</p>
<p>Ainda que grandes líderes possam ser tão raros quanto grandes atletas ou artistas, todos têm potencial para liderança, assim como todos têm potencial para esportes ou atividades artísticas. Embora aparentemente haja, hoje em dia, uma escassez de grandes líderes, há literalmente milhões de papéis de liderança em todo o país que são mais do que adequadamente preenchidos. O que se deve compreender é que liderança é um fenômeno bastante situacional, muito dependente do contexto e do momento que as pessoas vivem. Muitas vezes pessoas que são líderes destacados em uma organização têm papéis comuns em outras. A verdade é que há abundância de oportunidades de liderança em todas as organizações, e elas estão ao alcance da maioria das pessoas. Basta que elas sejam adequadamente motivadas e desenvolvidas.</p>
<p>2. O líder é um “desenvolvedor” de pessoas.</p>
<p>Liderança e poder estão relacionadas, mas não de forma pejorativa. Liderança é muito mais um processo de dar poder às demais pessoas do que o exercício pessoal de poder. Líderes somente são capazes de fazer suas intenções se transformarem em ação e realidade através da obtenção de um perfeito alinhamento da energia das pessoas com a visão que definiram. Líderes eficazes lideram inspirando outras pessoas, e não dando ordens. Líderes criam expectativas atingíveis, ainda que desafiadoras, e recompensam progressos. Líderes eficazes não manipulam.<br />
Eles capacitam e motivam as pessoas a usarem sua própria iniciativa e experiência. Em suma, abrem espaço para que as pessoas se desenvolvam de dentro para fora, e não pela aplicação de força externa.</p>
<p>3. Liderança pode ser aprendida e desenvolvida.</p>
<p>Biografias de pessoas que se destacam sugerem muitas vezes que grandes líderes vieram ao mundo com uma extraordinária herança genética: de alguma forma sua capacidade de liderança já estava &#8220;pronta&#8221; ao nascerem. A verdade é que as capacidades e competências mais importantes que definem a qualidade da liderança podem ser aprendidas. Neste sentido, qualquer que seja a herança pessoal do indivíduo, sua liderança sempre pode ser aprimorada. Desenvolvimento é bem mais importante do que o potencial genético, ao se determinar quem pode ou não tornar-se um líder bem sucedido. Isto não significa que aprender a ser líder seja fácil. Não há fórmulas/receitas que inexoravelmente levem alguém a tornar-se um líder eficaz. Pelo contrário, o processo não é &#8220;ciência exata&#8221;, é algo intensamente humano, e portanto, pontilhado de ações intuitivas, tentativas e erros, vitórias e derrotas. Aprender a ser um líder é semelhante a aprender a ser pai/mãe ou esposo/esposa. As experiências de infância e adolescência oferecem às pessoas alguns valores básicos e modelos/referenciais; livros podem ajudar a entender o que está acontecendo. Entretanto, mesmo para aqueles que estão aparentemente &#8220;preparados&#8221; para exercer papéis de liderança, a aprendizagem mais significativa ocorre durante a própria vivência.</p>
<p>4. Líderes não são necessariamente pessoas carismáticas.</p>
<p>Alguns líderes são carismáticos, outros não. Líderes são, acima de tudo, seres humanos, e incorporam todas as diferenças e variações próprias a esta condição. Virtualmente nada em termos de aparência física, personalidade e estilo diferencia líderes de seguidores. Talvez o carisma seja resultado de liderança eficaz, e não o contrário. Pessoas carismáticas são competentes em interagir com outras, assegurando uma certa quantidade de respeito e até mesmo admiração, o que eleva a qualidade do vínculo que estabelecem com outras. Esta competência pode ser algo natural/inerente à pessoa, mas isto não significa que seja impossível encontrar líderes eficazes que não sejam excelentes nesta competência.</p>
<p>5. Liderança existe em todos os níveis da organização.</p>
<p>Liderança não é algo que existe apenas no topo da organização. Quanto maior a organização, é mais provável que existam muitos papéis de liderança a serem desempenhados em sua estrutura. Se todos estes papéis estão sendo exercidos por líderes eficazes é outra história (a sensação geral é de que há escassez de líderes). Mas, atualmente muitas empresas estão caminhando em direção à criação de mais papéis de liderança através da instituição de unidades independentes de negócios que funcionam como empreendimentos internos à organização. À medida que as empresas aprenderem mais a este respeito, haverá certamente uma multiplicação de papéis de (liderança) disponíveis na organização, o que exigirá, por sua vez, uma verdadeira explosão no desenvolvimento de líderes.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>GRUPO E NÃO AGRUPAMENTO</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 17:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[grupo]]></category>
		<category><![CDATA[participação]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia organizacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique para ampliar! Participar é ser integrante de algo. A empresa que desenvolve o trabalho participativo deseja que o colaborador participe do desenvolvimento do plano de trabalho que o atinge e que tem por objetivo, as metas da empresa. Dessa forma, o colaborador recebe mais informações sobre o trabalho e os por que de cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 class="mceTemp">
<dl id="attachment_614" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/equipe.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-614 " title="equipe" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/equipe-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a></p>
</dt>
<dd class="wp-caption-dd">Clique para ampliar!</p>
</dd>
</dl>
</h4>
<h3>Participar é ser integrante de algo.</h3>
<p>A empresa que desenvolve o trabalho participativo deseja que o colaborador participe do desenvolvimento do plano de trabalho que o atinge e que tem por objetivo, as metas da empresa.</p>
<p>Dessa forma, o colaborador recebe mais informações sobre o trabalho e os por que de cada coisa e recebe mais treinamento quanto as suas atividades. O trabalho participativo se inicia com objetivos claros na área de trabalho para que a participação seja efetiva e a criatividade possa ser auxiliada.</p>
<p>Os instrumentos que o colaborador possui para participar de forma mais efetiva, são os grupos, que podem ser:<br />
a) Grupos de Projeto (que visam principalmente, o desenvolvimento de métodos de trabalho);<br />
b) CCQ, Círculos de Controle da Qualidade, que realizam o que o próprio nome indica, o controle da qualidade (autocontrole);<br />
c) Grupos Autônomos, que assumem autonomia e responsabilidade sobre as tarefas, etc.</p>
<p>Mas, o que significa um grupo ?</p>
<p>Temos um grupo quando todas as pessoas reunidas estão voltadas para o mesmo objetivo, todos participam e todos colocam suas idéias. O ambiente é aberto e todos sentem liberdade de falar.</p>
<p>No grupo ninguém monopoliza o assunto. Cada um fala de maneira breve permitindo a participação de todos. Há a necessidade de definir a diferença entre grupo e agrupamento, já que não basta haver uma reunião para existir um grupo.</p>
<p>Em uma reunião onde alguns componentes não participam ou levam para a reunião assuntos não ligados aos objetivos propostos ou existem participantes que mentalmente estão ligados a outros assuntos (sonhando com as férias, ou preocupado com algo externo), temos aí um sinal de alerta &#8211; isto é um agrupamento de pessoas.</p>
<p>Onde há agrupamento, fica evidente o baixo nível de aproveitamento do tempo da equipe, desmerecendo o valor e desestimulando a continuidade das reuniðes.</p>
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		<title>DICAS PARA ESCOLHER SUA CARREIRA</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 17:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orientação Vocacional]]></category>
		<category><![CDATA[escolha profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Gabriela Azevedo Aqueles que estão em ano de vestibular já sabem ou descobrirão quantas dúvidas esse momento carrega. A decisão de que carreira seguir e que trabalho escolher impacta a vida da gente por muito tempo, senão para sempre. Essa necessidade de escolha nos confronta, na maioria das vezes, com a sensação de estarmos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>
<div id="attachment_601" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/orientação-vocacional.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-601 " title="orientação vocacional" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/orientação-vocacional-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Por Gabriela Azevedo</h5>
<p>Aqueles que estão em ano de vestibular já sabem ou descobrirão quantas dúvidas esse momento carrega.</p>
<p>A decisão de que carreira seguir e que trabalho escolher impacta a vida da gente por muito tempo, senão para sempre. Essa necessidade de escolha nos confronta, na maioria das vezes, com a sensação de estarmos abandonando outras possibilidades e todas as coisas diferentes que poderiam vir delas. Nesse momento surge uma grande ansiedade e torna-se muito importante seguir algumas dicas para te ajudar:</p>
<p> </p>
<ul>
<li>Pense em você. Procure identificar seus traços mais marcantes. Você é uma pessoa mais introvertida ou mais extrovertida? Você prefere atividades criativas ou rotineiras? Você se considera racional ou sentimental?</li>
<li>Você consegue identificar suas maiores qualidades? Faça uma lista de cinco conquistas pessoais, procure reconhecer quais habilidades você usou para alcançá-las. Provavelmente, você descobrirá seus pontos fortes.</li>
<li>Pense então no que você gostaria de encontrar em sua rotina de trabalho e como retorno de sua profissão.</li>
<li>Liste as carreiras que você já pensou em seguir. Levante os motivos que fizeram você pensar em cada uma delas. Quais foram os critérios usados por você nessas escolhas?</li>
<li>Procure conversar com profissionais de cada uma das áreas cogitadas. Antes do bate-papo, elabore um roteiro com todas as suas dúvidas. Essa será uma boa oportunidade para conhecer melhor as profissões e suas rotinas de trabalho.</li>
<li>Pesquise a grade curricular, a carga horária dos cursos, investigue o mercado de trabalho de cada carreira. Durante a pesquisa anote o que te agradou e o que te desagradou nos dados encontrados.</li>
<li>Agora faça uma análise cuidadosa de todos os dados levantados acima e responda:<br />
- Qual carreira pareceu ser a mais interessante para você? O que te atraiu nessa carreira?<br />
- Você consegue relacionar essa carreira às suas características e habilidades pessoais? É importante que o seu cotidiano profissional aproveite suas maiores qualidades, dê espaço para os seus interesses genuínos e traga os retornos de trabalho esperados por você.</li>
<li>Por fim, lembre-se de que há profissionais que podem ajudar nesse processo de escolha.</li>
</ul>
<blockquote><p>Gabriela Azevedo<br />
gabriela@gabrielaazevedo.com.br</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>ADOLESCÊNCIA, TEMPO DE RECONHECIMENTO</title>
		<link>http://www.psicologaonline.com.br/sexualidade/adolescencia-tempo-de-reconhecimento/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 15:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[identidade juvenil]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Gabriela Azevedo “O futuro não é mais como era antigamente&#8230;” Renato Russo O futuro não é mais como era, cantava Renato Russo, mas também não sabemos o que nos reserva esse futuro diante das mudanças rápidas que temos vivido. Essas mudanças têm sido, às vezes, tão radicais, tão rápidas, que mal dá tempo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2></h2>
<h5>
<div id="attachment_599" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/possite3.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-599 " title="Adolescentes" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/possite3-150x130.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="130" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Por Gabriela Azevedo</h5>
<p><em>“O futuro não é mais como era antigamente&#8230;”</em><br />
Renato Russo</p>
<p>O futuro não é mais como era, cantava Renato Russo, mas também não sabemos o que nos reserva esse futuro diante das mudanças rápidas que temos vivido. Essas mudanças têm sido, às vezes, tão radicais, tão rápidas, que mal dá tempo de percebê-las direito, quanto mais de parar e refletir sobre como nos afetam e nos afetarão. E não estou me referindo apenas às mudanças tecnológicas, e sim às mudanças ocorridas nas relações, que acabam por envolver crianças e adolescentes como personagens principais. Temos acompanhado histórias sobre comportamentos violentos e criminalidade entre os próprios adolescentes, de adultos contra crianças e adolescentes, em uma escala menor temos a falta de compromisso com o sentimento do outro. Como diz o sociólogo Sygmunt Bauman, estamos vivendo um mundo líquido, em que tudo se desfaz rapidamente.</p>
<p>Para falar sobre sexualidade do adolescente hoje, é importante pensar um pouco sobre que modelos esse adolescente tem? Que referências os adultos dão a ele? A que material ele tem acesso?</p>
<p>Há um foco intenso sobre os adolescentes, que não permite que eles se dêem conta de que alguma coisa esteja mal acabada nas relações que estabelecem. São revistas, produtos e até campanhas publicitárias que inclusive usam slogans como “Proibido para maiores”, excluindo a participação do adulto no processo de adolescer. Com isso, muitos jovens vivem sozinhos um período de transição desconhecido e muito importante. E é nessa fase, em meio às dúvidas, às inseguranças, ao medo e frente ao constante assédio da mídia, que acontecerão suas primeiras vivências sexuais.</p>
<p>Sabemos que viver a sexualidade desinformadamente não é privilégio da atualidade. Ao olharmos para trás e revisitarmos a história, lembraremos que por séculos a sexualidade foi considerada um assunto proibido. Pelo tabu existente em torno do tema, rapazes e moças eram completamente desinformados em relação à sexualidade, permanecendo em um estado de ignorância que se tornava um verdadeiro convite às dificuldades relacionadas à vivência sexual.</p>
<p>Hoje, parece que os adolescentes estão bem informados sobre todos os aspectos que envolvem a sexualidade. Há propaganda de camisinha, há revistas que abordam a sexualidade de diferentes aspectos, mas, ao observar a prática sexual, vemos que não sabem se proteger. Logo, há algum equívoco. A sociedade atual tem contribuído ativamente para que os adolescentes iniciem sua vida sexual precocemente, antes mesmo que eles se sintam preparados para isso. Há uma exposição permanente a cenas de sexo quase explícito, seja em novelas do horário nobre ou em reality shows. Sexo também é usado para vender tudo, carros, iogurtes, cosméticos, roupas, cerveja. Palavras como ficar, beijar, transar fazem parte do vocabulário do adolescente, mas vêm vazias de significados.</p>
<p>É inegável a influência dos processos sociais na expressão sexual dos adolescentes. O adolescente vive imerso nas referências da sociedade que passam a invadir seu imaginário e, assim, sua sexualidade é modelada pela linguagem e valores vigentes.</p>
<p>Além do assédio da mídia, hoje há torpedos, e-mails, msn, orkut que também ditam tendências nos comportamentos dos jovens. Para os adolescentes conversarem, discutirem, trocarem confidências, a comunicação ultrapassa o encontro no pátio do colégio ou no playground do prédio durante as tardes. Eles estabelecem um contato ininterrupto, existe uma urgência por esse contato, a mensagem tem de ser instantânea, a resposta imediata. Esperar tornou-se uma verdadeira tortura para eles e essa ansiedade acompanha os diversos aspectos de suas vidas. Mas aprender qualquer assunto leva tempo, existe o tempo do amadurecimento e da assimilação do conteúdo, inclusive quando o assunto é sexualidade. E nossos jovens imediatistas, tão acostumados a soluções rápidas e fáceis, acabam atropelando esse tempo.</p>
<h3>Deixando a infância</h3>
<p>A ansiedade tão marcante na adolescência não é estimulada apenas pelo avanço tecnológico. A passagem da infância para a adolescência por si só gera uma tremenda ansiedade no jovem.</p>
<p>Na infância, a criança tem os pais como sua principal referência e são eles, também, suas companhias na maior parte do tempo. Mas a entrada no mundo adulto implica em atenuar a força desse vínculo para, então, se relacionar e se identificar com o grupo. É natural e esperado que haja na adolescência um convívio intenso com a turma de amigos, mas não se espera que os pais deixem de participar de suas vidas. Assim, esse não é um processo fácil.</p>
<p>O início da adolescência é um período confuso, contraditório e até mesmo doloroso. O mundo adulto é desejado, mas, ao mesmo tempo, temido, e para se aventurar nele é preciso perder definitivamente a condição de criança, o que parece assustar os adolescentes. Notamos nessa transição oscilações entre o desejo pela independência e a vontade de permanecer dependente. É comum pais de adolescentes ouvirem protestos quando eles impõem horário para seus filhos voltarem para casa, mas não são poucas as vezes em que também notam segurança, e até um a ponta de orgulho, na voz de seus filhos ao contarem a um amigo que não poderão voltar para casa depois do horário estipulado. Assim, ao mesmo tempo em que querem liberdade, os adolescentes querem também se sentir protegidos.</p>
<p>A perda da infância é quase uma morte e segundo a psicanalista Françoise Dolto, é um dos riscos que a adolescência traz e que os jovens têm que viver. Outro risco é o do primeiro amor. O amor constitui para o adolescente a marca que inaugura sua vivência no mundo adulto. Dessa forma, a chegada da adolescência é determinada pela possibilidade do indivíduo em dissociar a vida imaginária da vida real. Seria o despertar do interesse pelo o mundo exterior e o seu desejo de investigá-lo. É essa possibilidade que caracteriza a ruptura com a infância.</p>
<p>A curiosidade por esse novo mundo e pelas pessoas que passam a fazer parte dele, provocam no adolescente o desejo de querer integrá-lo. Com isso, o grupo passará a exercer um papel importante e determinante nos comportamentos do adolescente, inclusive no comportamento sexual.</p>
<p>Até o início do século XX, rapazes e moças não tinham um convívio tão intenso, embora existisse interesses em comum e o desejo de ficar mais próximo. Porém, a proximidade acontecia somente com a presença de familiares, a intimidade era reservada apenas àqueles que casassem.</p>
<p>Hoje, a turma de amigos está cada vez mais presente na vida dos adolescentes, seja no espaço da escola, após a aula, em bate-papos na internet, através dos blogs. Esse convívio com o grupo, na maioria das vezes mais intenso do que o convívio com os pais, é um fator determinante no curso da sexualidade do adolescente, pois o grupo exerce grande influência sobre as condutas e as crenças dos adolescentes.</p>
<h3>O grupo como espelho</h3>
<p>O jovem que percebe seu grupo como sexualmente ativo tende a tornar-se mais ativo também. O grupo encoraja e desencoraja, dita as normas de conduta, seja em relação ao início da atividade sexual ou à adoção de métodos contraceptivos. O grupo dirá o que é bacana ou não, o que deve ser feito ou não, ainda que pais e escolas estejam tentando passar outra mensagem.</p>
<p>Muitos jovens acreditam que a maioria dos programas de educação sexual está restrita às descrições de como ocorre a reprodução e as conversas com seus pais, por sua vez, restritas às advertências sobre a necessidade do uso de preservativos. Com isso, os adolescentes preferem trocar informações com seus colegas, incorporando valores e sendo estimulados em suas práticas sexuais.</p>
<p>Porém, notamos que a comunicação entre os adolescentes é muitas vezes deficiente, constituindo praticamente uma linguagem não-verbal e codificada. A informação parece ser passada pela metade, por códigos que só eles entendem, ou não, e isso parece não importar, porque são mensagens sempre muito bem recebidas. É curioso notar que os adolescentes, ao se relacionarem, passam muito tempo falando de relacionamentos anteriores, do que aconteceu e do que deixou de acontecer, deixando de discutir o que estão vivendo. Para eles, o aqui e agora não deve ser falado, deve ser apenas experimentado. Com isso, informações importantes deixam de passadas, comportamentos podem ser precipitados e sentimentos correm o risco de serem atropelados.</p>
<p>Por terem o foco sempre em uma terceira pessoa, seja no ex-namorado de sua namorada, ou na menina pelo qual seu namorado já foi interessado, por esquecerem, evitarem ou simplesmente por não conseguirem se olhar, os adolescentes se sentem inseguros em seus relacionamentos. Eles são capazes de passar horas em páginas do orkut ou blogs investigando indícios que comprovem o interesse do outro naquele “intruso”, que foi introduzido justamente por suas próprias fantasias. E são essas descobertas a tônica da conversa no próximo telefonema ou no próximo encontro do casal. Provocar o outro nesse sentido, é evitar falar do que realmente está incomodando na relação. Por não saberem discuti-la, usam de outros artifícios.</p>
<h3>Adolescência, tempo de reconhecimento</h3>
<p>São inúmeros os elementos que permeiam o desenvolvimento da adolescência e suas vivências. São os estímulos erotizados a que os adolescentes estão expostos, as lacunas de desinformação, os percalços da comunicação, o convívio intenso e contínuo com o grupo, a urgência incentivada pelo avanço tecnológico, além de outras questões importantes que também fazem parte dessa fase e preocupam o adolescente, como, por exemplo, a escolha profissional, eventuais perdas familiares. Somados a todos esses fatores ainda temos a ansiedade e a curiosidade característicos da adolescência. Frente a isso, sentindo-se desorganizados, despreparados e afoitos, os adolescentes se deparam com suas primeiras relações sexuais, que na maior parte das vezes acabam acontecendo precocemente, antes mesmo do que eles os próprios desejariam.</p>
<p>Zygmunt Bauman refletindo sobre relacionamentos amorosos, afirma que o fracasso no relacionamento é muito frequentemente o fracasso na comunicação. Para ele, há riscos à espera do comunicador imprevidente ou descuidado. Um deles é a tentativa de se agradar mutuamente, enquanto se continua fugindo do problema. Não há nada que promova mais uma relação confortável do que a louvação mútua. O outro seria o desejo de se mudar o outro, temos nossos critérios de como fazer as coisas e de como os outros deveriam ser, e aqui corre-se o risco do excesso, do entendimento extremado sobre aqueles que deveriam ser mudados.</p>
<p>Se todos os relacionamentos correm esses riscos, o que dizer de relacionamentos ainda pueris, entre adolescentes inseguros, que vivem o luto da perda da infância e não conseguem administrar bem a ansiedade que acompanha todas as descobertas.</p>
<p>A adolescência torna-se um período de reconhecimento, de descobertas e redescobertas, de experimentos, de vivências. Não há como ensiná-los a amar, mas há como acompanhá-los nesse novo caminho.</p>
<p>Os adolescentes estão dispostos a participar de atividades que discutam a sexualidade, eles sentem necessidade de amadurecer sua sexualidade, de ter informação a respeito dela. Eles precisam apenas que os adultos os ajudem a conter sua ansiedade e que lhes possibilitem a expressar o que sentem, já que há uma enorme dificuldade de falarem diretamente do assunto. E é aqui que pais e educadores passam a exercer um papel fundamental. Os pais, mesmo despidos do papel que exerciam na infância e ao contrário do prega a mídia, continuam sendo a principal referência para os adolescentes e os professores os grandes detentores do conhecimento. Assim, um trabalho dinâmico, interativo e conjunto com adolescentes permitirá que eles compartilhem suas dúvidas e aflições, promovendo a vivência da sexualidade mais tranqüila e segura.</p>
<blockquote><p>Gabriela Azevedo é psicóloga, mestre pela USP e especialista em adolescência.<br />
Contato: gabriela@gabrielaazevedo.com.br<br />
Tel: (11) 3284-2078</p></blockquote>
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		<title>FELIZ DIA DO PSICÓLOGO</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 01:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[ser psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[walmir monteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[SER PSICÓLOGO Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade. Não apenas isso: é também uma notável dádiva. Desenvolvemos a habilidade da palavra, do olhar, das expressões, e até mesmo do silêncio. A capacidade de tirar lá de dentro o melhor que temos para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar. Ser psicólogo é um ofício tremendamente sério. Mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_559" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"></p>
<h1><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/maos.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-559 " title="psicologo" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/08/maos-150x150.jpg" alt="Clique para Ampliar!" width="150" height="150" /></a></h1>
<p><p class="wp-caption-text">Clique para Ampliar!</p></div>
<h1>SER PSICÓLOGO</h1>
<p>Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade.<br />
Não apenas isso: é também uma notável dádiva.<br />
Desenvolvemos a habilidade da palavra, do olhar, das expressões,<br />
e até mesmo do silêncio.<br />
A capacidade de tirar lá de dentro o melhor que temos<br />
para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar.</p>
<p>Ser psicólogo é um ofício tremendamente sério.<br />
Mas não apenas isso: é também um grande privilégio.<br />
Pois não há maior que o de tocar no que há de mais precioso e<br />
sagrado em um ser humano: seu segredo, seu medo, suas alegrias,<br />
prazeres e inquietações.</p>
<p>Somos psicólogos e trememos diante da constatação<br />
de que temos instrumentos capazes de favorecer o bem ou o mal,<br />
a construção ou a destruição.<br />
Mas ao lado disso desfrutamos de uma inefável<br />
bênção que é poder dar a alguém o toque, a chave que pode abrir portas<br />
para a realização de seus mais caros e íntimos sonhos.</p>
<p>Quero, como psicólogo aprender a ouvir sem julgar, ver sem me<br />
escandalizar, e sempre acreditar no bem.<br />
Mesmo na contra-esperança, esperar.<br />
E quando falar, ter consciência do peso<br />
da minha palavra, do conselho, da minha sinalização.</p>
<p>Que as lágrimas que diante de mim rolarem,<br />
pensamentos, declarações e esperanças testemunhadas, sejam segredos<br />
que me acompanhem até o fim.<br />
E que eu possa ao final ser agradecido pelo privilégio de ter vivido para<br />
ajudar as pessoas a serem mais felizes.<br />
O privilégio de tantas vezes ter sido único na vida de alguém que não tinha<br />
com quem contar para dividir sua solidão, sua angústia, seus desejos.<br />
Alguém que sonhava ser mais feliz, e pôde comigo descobrir que isso só começa quando a gente consegue realmente se conhecer e se aceitar.</p>
<p>Texto de: Walmir Monteiro<br />
<a href="http://www.walmirmonteiro.com/autor/index.htm" target="_blank">Psicólogo Existencial</a></p>
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