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	<title>Psicóloga &#124; Online! &#187; escolha profissional</title>
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		<title>DICAS PARA ESCOLHER SUA CARREIRA</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 17:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orientação Vocacional]]></category>
		<category><![CDATA[escolha profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Gabriela Azevedo Aqueles que estão em ano de vestibular já sabem ou descobrirão quantas dúvidas esse momento carrega. A decisão de que carreira seguir e que trabalho escolher impacta a vida da gente por muito tempo, senão para sempre. Essa necessidade de escolha nos confronta, na maioria das vezes, com a sensação de estarmos [...]]]></description>
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<div id="attachment_601" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/orientação-vocacional.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-601 " title="orientação vocacional" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/09/orientação-vocacional-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Por Gabriela Azevedo</h5>
<p>Aqueles que estão em ano de vestibular já sabem ou descobrirão quantas dúvidas esse momento carrega.</p>
<p>A decisão de que carreira seguir e que trabalho escolher impacta a vida da gente por muito tempo, senão para sempre. Essa necessidade de escolha nos confronta, na maioria das vezes, com a sensação de estarmos abandonando outras possibilidades e todas as coisas diferentes que poderiam vir delas. Nesse momento surge uma grande ansiedade e torna-se muito importante seguir algumas dicas para te ajudar:</p>
<p> </p>
<ul>
<li>Pense em você. Procure identificar seus traços mais marcantes. Você é uma pessoa mais introvertida ou mais extrovertida? Você prefere atividades criativas ou rotineiras? Você se considera racional ou sentimental?</li>
<li>Você consegue identificar suas maiores qualidades? Faça uma lista de cinco conquistas pessoais, procure reconhecer quais habilidades você usou para alcançá-las. Provavelmente, você descobrirá seus pontos fortes.</li>
<li>Pense então no que você gostaria de encontrar em sua rotina de trabalho e como retorno de sua profissão.</li>
<li>Liste as carreiras que você já pensou em seguir. Levante os motivos que fizeram você pensar em cada uma delas. Quais foram os critérios usados por você nessas escolhas?</li>
<li>Procure conversar com profissionais de cada uma das áreas cogitadas. Antes do bate-papo, elabore um roteiro com todas as suas dúvidas. Essa será uma boa oportunidade para conhecer melhor as profissões e suas rotinas de trabalho.</li>
<li>Pesquise a grade curricular, a carga horária dos cursos, investigue o mercado de trabalho de cada carreira. Durante a pesquisa anote o que te agradou e o que te desagradou nos dados encontrados.</li>
<li>Agora faça uma análise cuidadosa de todos os dados levantados acima e responda:<br />
- Qual carreira pareceu ser a mais interessante para você? O que te atraiu nessa carreira?<br />
- Você consegue relacionar essa carreira às suas características e habilidades pessoais? É importante que o seu cotidiano profissional aproveite suas maiores qualidades, dê espaço para os seus interesses genuínos e traga os retornos de trabalho esperados por você.</li>
<li>Por fim, lembre-se de que há profissionais que podem ajudar nesse processo de escolha.</li>
</ul>
<blockquote><p>Gabriela Azevedo<br />
gabriela@gabrielaazevedo.com.br</p></blockquote>
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		<title>Você e suas escolhas!</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 15:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Orientação Vocacional]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[escolha profissional]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Shinyashiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Shinyashiki Crie um tempo para pensar em sua vida. Não fuja de si mesmo. A pessoa que precisa conhecer hoje é você, com sua alma, com suas reais preferências. Como a maioria das decisões é tomada em momentos de rebeldia, seja na adolescência, seja no inconformismo assumido daqueles de mais de 40 anos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Roberto Shinyashiki</em></p>
<h5>
<div id="attachment_403" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/cerebro.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-403 " title="cerebro" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/cerebro-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<h3>Crie um tempo para pensar em sua vida. Não fuja de si mesmo. A pessoa que precisa conhecer hoje é você, com sua alma, com suas reais preferências.</h3>
</h5>
<p>Como a maioria das decisões é tomada em momentos de rebeldia, seja na adolescência, seja no inconformismo assumido daqueles de mais de 40 anos, muitas vezes as pessoas definem aquilo que não querem, mas não têm claro o que preferem da vida. Não querem, por exemplo, um trabalho que exija viagens ou detestam mexer com números ou ainda não gostam de lidar com gente o dia inteiro.</p>
<p>Mas eliminar opções não significa que você encontrou alguma. Além de saber o que não preferimos, temos de definir aquilo que preferimos: a nossa vocação.</p>
<p>Como você vai se sentir melhor no jogo da vida: sendo um goleiro, um defensor ou um atacante? Querer transformar um artilheiro em goleiro será um problema para o jogador, para o time e para toda a torcida! A pessoa tem de estar onde se sente melhor e onde seus talentos podem ser usados plenamente. Isso não significa que o atacante não possa ajudar a defesa nem que o defensor não ajude o ataque, mas o importante é que cada um siga e desenvolva a sua verdadeira vocação.</p>
<p>Para encontrar a sua vocação é preciso controlar a ansiedade e aprender a conhecer melhor a si mesmo. Na maior parte das vezes, quando oriento algum executivo ou empresário numa fase em que precisa redefinir suas prioridades de vida, percebo que mal começo a responder a uma pergunta e ele já está levantando outra questão. Nesse tipo de busca, escutar é algo importantíssimo para descobrir nossa real vocação, especialmente quando essa voz de fora consegue despertar a voz interior.</p>
<p>Reservar alguns momentos para ficar em silêncio é fundamental para avaliar a própria vida e encontrar novos rumos. Gilberto Gil canta numa de suas canções: &#8220;Se eu quiser falar com Deus, tenho que ficar a sós&#8221;. Ele sabe que é preciso estar consigo mesmo para ouvir o Deus que existe em nosso interior. Devemos procurar um lugar silencioso, uma praia, talvez uma montanha, mas também pode ser o nosso quarto, longe de revistas, livros, televisão, computador, e ficar sentados ou caminhar para escutar essa voz interior, geralmente abafada pelas preocupações e correrias cotidianas.</p>
<div id="attachment_408" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/orientacao-vocacional-2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-408 " title="orientacao-vocacional-2" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/04/orientacao-vocacional-2-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Você é o único que pode criar esse tempo para pensar em sua vida. Não fuja de si mesmo. O grande encontro é com você. A pessoa que precisa conhecer hoje é você, com sua alma, com suas reais preferências.</p>
<p>Se conseguir vencer a tentação de fugir, terá a chance de se encontrar consigo mesmo. É um encontro solitário. Nesse silêncio interior começam a aparecer alguns arrependimentos, algumas lembranças do passado, e isso é ótimo! Você já está de novo no seu caminho. É hora de quitar algumas dívidas consigo mesmo e perceber que ainda há muito por fazer. Chegou o momento de ter uma conversa especial com a própria consciência. E aí&#8230; Muita sinceridade, e boa sorte!</p>
<p>Se você já consegue se escutar, faça agora algumas reflexões. Que tal conhecer melhor suas idéias acerca do futuro? Vale a pena visitar seus sonhos de adolescência. O que faltou para realizá-los? Será que eles ainda estão vivos dentro de você? O que gostaria de fazer de verdade na vida? Analise esses desejos independentemente das chances de torná-los realidade.</p>
<p>Na busca da vocação é bom também conversar com outras pessoas, mas dê prioridade sempre para ouvir a sua consciência. E não queira tomar decisões com muita rapidez. Deixe a decisão amadurecer. Não adianta, por exemplo, entrar precipitadamente numa faculdade para se arrepender dois meses depois. Há sempre um intervalo entre a conversa íntima e a tomada de decisão. É claro que podemos sentir angústias nesse meio-tempo. Por isso, paciência é fundamental. E, quando fizer a sua escolha, saiba que é somente o princípio de uma longa caminhada.</p>
<p><em><strong>Roberto Shinyashiki</strong> é psiquiatra, palestrante e autor de 14 títulos, entre eles: Sempre em Frente, Os Segredos dos Campeões, Tudo ou Nada, Heróis de Verdade, Amar Pode Dar Certo, O Sucesso é Ser Feliz e A Carícia Essencial (<a title="www.clubedoscampeoes.com.br" href="http://shinyashiki.uol.com.br/" target="_blank">http://shinyashiki.uol.com.br/</a>)</em></p>
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		<title>Orientação Profissional</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 23:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orientação Vocacional]]></category>
		<category><![CDATA[escolha profissional]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Escolher nunca é fácil e com a escolha profissional isso não é diferente, principalmente porque queremos escolher definitivamente o nosso futuro e essa precipitação pode gerar incerteza e desconforto. Sendo que esse desconforto também acontece se essa escolha é adiada, pois afinal, não escolher também é uma escolha. Nos grupos de orientação profissional todos estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_306" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/03/orientacao-vocacional.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-306" title="orientacao-vocacional" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/03/orientacao-vocacional-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Escolher nunca é fácil e com a escolha profissional isso não é diferente, principalmente porque queremos escolher definitivamente o nosso futuro e essa precipitação pode gerar incerteza e desconforto. Sendo que esse desconforto também acontece se essa escolha é adiada, pois afinal, não escolher também é uma escolha.<br />
Nos grupos de orientação profissional todos estão sedentos por respostas e depositam todas as suas esperanças nos testes preenchidos com tanto empenho e cuidado. Lembro que em uma palestra de sensibilização fiz questão de achar uma figura com uma bola de cristal para levar o orientando a refletir sobre a necessidade de transferir a responsabilidade da escolha para o orientador.<br />
Vamos definir o trabalho ao longo da história para contextualizar o quanto que trabalhar pode estar rodeado de fantasias e más interpretações.<br />
Apesar de o trabalho proporcionar a sobrevivência, a alimentação e o desenvolvimento da criatividade, em lugares como a Grécia antiga, por exemplo, durante muito tempo o trabalho estava associado à idéia de castigo.<br />
Nossa cultura ainda vincula a escolha da profissão a essa idéia, de encarar algo que me condena e me aprisiona.<br />
Karl Marx no século XIX discutia essas relações de trabalho:<br />
<em>“O trabalho na sociedade capitalista é alienado, pois ele se torna um simples meio de garantir a existência”.<br />
</em>Felizmente outras teorias surgem no século XX como a do ócio criativo de Domenico de Masi onde o trabalho confunde-se com lazer e transformar-se em arte, criatividade e liberdade:<br />
<em>“Aquele que é mestre na arte de viver faz pouca distinção entre seu trabalho e o seu tempo livre&#8230; deixando aos demais a tarefa de decidir se está trabalhando ou se divertindo.”<br />
</em>Para que isso aconteça, a escolha deve estar baseada em minha identidade como discutido por Antonio da Costa Ciampa:<br />
<em>“&#8230; a identidade do outro reflete na minha e a minha na dele.”</em><br />
A identidade tem sido apresentada como um conceito dinâmico, adotado freqüentemente para compreender a inserção do sujeito no mundo e sua relação com o outro, por isso a escolha não é definitiva, mas está movimentando-se sempre.<br />
Quando se fala em carreira estamos falando dos caminhos percorridos e os trabalhos realizados durante a vida de uma pessoa, não importando o cargo nem o trabalho, mas os projetos dos quais participou e como contribuiu.<br />
O profissional contemporâneo acompanha as mudanças das exigências do mercado, além de novas competências, habilidades e talentos para se manter empregado. Todas estas situações levam o sujeito a ter que enfrentar cotidianamente o novo e reescrever sua trajetória de vida e sua identidade.</p>
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