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	<title>Psicóloga &#124; Online! &#187; Psicologia</title>
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		<title>Piada Psicológica</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 23:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[piada psicológica]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Estavam numa mesa de bar tomando cerveja Lacan, Freud, Adler Jung e Melanie Klein&#8230; Depois de umas 20 cervejas Lacan perguntou: - Senhores, o que fazemos aqui?? Qual o Desejo que está por trás de nossas conversas?? Freud, o mais velho da turma saltou na frente: - Bom caro Lacan, somos todos homens maduros, ja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_461" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/07/freud.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-461 " title="freud" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/07/freud-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Estavam numa mesa de bar tomando cerveja Lacan, Freud, Adler Jung e Melanie Klein&#8230;<br />
Depois de umas 20 cervejas Lacan perguntou:<br />
- Senhores, o que fazemos aqui?? Qual o Desejo que está por trás de nossas conversas??<br />
Freud, o mais velho da turma saltou na frente:<br />
- Bom caro Lacan, somos todos homens maduros, ja temos todos nossas energias libidinais sublimadas, então é muito natural que queiramos nos entreter com alguma conversa psicológica ou filosófica&#8230;<br />
Adler não se conteve&#8230; Bebericou um gole de cerveja e disparou:<br />
-Não, caro Freud&#8230; Estamos aqui num jogo de poder, estamos a discutir para provarmos quem sabe e pode mais&#8230;<br />
Jung deu uma longa baforada no seu cachimbo e disse:<br />
-Para mim, esta é uma situação arquetípica, presente em nosso inconsciente coletivo e vivida durante muitas gerações por nossos ancestrais&#8230;<br />
Melanie Klein, arrumou o cabelo e falou:<br />
-Senhores, posso dar minha opinião??<br />
Freud com um sorriso irônico debochou:<br />
-Pode falar, ser castrado&#8230;<br />
Melanie Klein deu uma rabanada e lascou:<br />
-Reparem como Freud mama gostosamente no seu charuto-chupeta&#8230; Reparem como Lacan lambe os beiços ao bebericar no seu copo-têta de cerveja&#8230; Reparem como Adler está inclinado sobre a mesa numa posição tipicamene esquizo-paranóide&#8230;<br />
Nisto aparece um ratão branco correndo e se enredilha entre as pernas de Jung&#8230;<br />
Atrás vem Skinner correndo e gritando:<br />
-Peguem este rato&#8230; Peguem este rato&#8230;<br />
Freud o o saúda dizendo:<br />
-Como está caro Skinner??<br />
Skinner sempre sério retruca:<br />
-O que fazem??<br />
Lacan explica:<br />
Conversamos sobre nosso Desejo&#8230; O que tem a nos dizer sobre isto??<br />
Skinner não titubeou e respondeu:<br />
-O que estão bebendo??<br />
-Cerveja &#8211; respondeu Lacan&#8230;<br />
-Que marca?? &#8211; retrucou Skinner<br />
-Antartica&#8230;<br />
-Vocês precisam conhecer a Nova Schin&#8230;<br />
Todos da mesa espantados perguntaram espantados:<br />
-Por que estimado, Skinner??<br />
Skinner deu um sorriso sarcástico e sentenciou:<br />
-É o que falta a todos vocês&#8230; Experimento!!! Experimento!!! Experimento!!!</p>
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		<title>Teorias e Técnicas: em qual me apoiar?</title>
		<link>http://www.psicologaonline.com.br/psicologia/geral/teorias-e-tecnicas-em-qual-me-apoiar-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 16:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapias]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[teorias]]></category>

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		<description><![CDATA[Passamos anos na faculdade de psicologia, adquirindo diversos conhecimentos, conteúdos e diferentes teorias e técnicas de atuação, mas é no campo de trabalho que nos deparamos com a dificuldade de escolha e nos questionamos qual delas seria a mais adequada para utilizar. As teorias e práticas, apesar de parecem similares, acabam se modificando conforme o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_329" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/03/indice_psicoterapia.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-329" title="indice_psicoterapia" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/03/indice_psicoterapia-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Passamos anos na faculdade de psicologia, adquirindo diversos conhecimentos, conteúdos e diferentes teorias e técnicas de atuação, mas é no campo de trabalho que nos deparamos com a dificuldade de escolha e nos questionamos qual delas seria a mais adequada para utilizar.</p>
<p>As teorias e práticas, apesar de parecem similares, acabam se modificando conforme o período histórico. É claro que psicanálise será sempre psicanálise, os conceitos de consciente e inconsciente serão sempre os mesmos, mas a maneira de analisar estes conceitos é que acaba se modificando.</p>
<p>A psicologia é uma das disciplinas acadêmicas mais antigas, mas ao mesmo tempo uma das que mais se renova, pois o indivíduo de hoje não é o mesmo que Sigmund Freud analisava em meados de 1890. As novas abordagens tornaram-se necessárias devido às mudanças dos contextos e cultura em que o Homem é inserido.</p>
<p>Hoje, a demanda teve um crescimento considerável na necessidade da utilização de técnicas psicoterápicas baseadas em diferentes teorias e em ambientes nada convencionais, destoantes das tradicionais clínicas. Isso, muitas vezes faz com que os profissionais acabem se perdendo em seus atendimentos, principalmente em instituições como hospitais, ong’s e escolas, pois não encontram teoria e técnica apropriada para a demanda do local.</p>
<div id="attachment_328" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/03/freud-diva.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-328" title="freud-diva" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/03/freud-diva-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Talvez seja por isso que a critica de Fiorini em Teoria e técnica de psicoterapias (1984), diz que no campo das psicoterapias existem muitos problemas, pois o terapeuta na sua busca de dar por resolvido uma questão, não busca apoio em nenhuma teoria, mas faz uma “salada de teorias e técnicas” que possam resolver sua questão, e assim, sem perceber, acaba se perdendo no que acredita e se iludindo que tudo está dando certo.</p>
<p>Optar por um tipo de teoria para a prática diária do psicólogo cria a necessidade de constante estudo e pesquisa para nunca permitir que seu trabalho deixe de ser eficiente e traga resultados, mas ainda assim, a possibilidade de mudança também se faz presente.</p>
<p>Esse tipo de mudança não está previsto quando estamos fazendo o curso, tudo parece muito exato: você deve escolher entre psicanálise, analítica ou comportamental, pois as faculdades não abrem muito o “leque de opções”. Porém, quando a prática se inicia e as incertezas aparecem, nem sempre temos as respostas para tudo.</p>
<p>Ter a certeza de que nossa escolha teórica de hoje é a que nos apoiará para sempre em nossa rotina de trabalho é algo que saberemos ao longo do tempo, pois podemos descobrir um dia, talvez depois de muito tempo de formação, que aquela pode não ter sido a escolha mais adequada e que o comportamento humano pode ser analisado de forma diferente.</p>
<p>Percebemos ao longo do curso de Psicologia que as diversas teorias, surgiram através de questionamentos e assim foram se modificando, possibilitando novas percepções e desta forma, temos uma ciência que não está “finalizada” e nunca estará; as abordagens psicológicas ainda devem ser transformadas durante os anos.</p>
<p>E, por termos escolhido como vocação uma ciência experimental, não podemos também nos fechar ao que até aqui foi aprendido, ao contrário, devemos sempre continuar a pesquisar e aprender sobre novas técnicas e teorias da Psicologia.</p>
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		<title>“Cartas a um jovem terapeuta” &#8211; o quarto traço</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 01:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiane Gama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapeuta]]></category>
		<category><![CDATA[“Cartas a um jovem terapeuta”]]></category>

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		<description><![CDATA[O psicanalista Contardo Calligaris discute em seu livro “Cartas a um jovem terapeuta” os traços de caráter que procuraria em quem quisesse se tornar psicoterapeuta. Esse trecho é uma maneira de aguçar a vontade de ler esse livro e descobrir alguns desafios da nossa profissão. 4) O quarto e ultimo traço que gostaria de encontrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_248" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/02/humor-freud.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-248 " title="humor-freud" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/02/humor-freud-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>O psicanalista Contardo Calligaris discute em seu livro “Cartas a um jovem terapeuta” os traços de caráter que procuraria em quem quisesse se tornar psicoterapeuta. Esse trecho é uma maneira de aguçar a vontade de ler esse livro e descobrir alguns desafios da nossa profissão.</p>
<p>4) O quarto e ultimo traço que gostaria de encontrar no futuro psicoterapeuta é uma boa dose de sofrimento psíquico. Desaconselho a profissão a quem está “muito bem, obrigado”, por duas razões.<br />
Primeiro, uma parte essencial da formação de um terapeuta que trabalhará com as motivações conscientes ou inconscientes de seus pacientes consiste no seguinte: o futuro terapeuta deve ele mesmo, ser paciente durante um bom tempo. Certo, é possível, aparentemente, submeter-se a uma terapia ou a uma psicanálise só por razões didáticas, para aprender o método ou, como dizem alguns, para se conhecer melhor. Mas insisto no “aparentemente”, pois de fato, é improvável que uma psicanálise aconteça sem que um sofrimento reconhecido motive o paciente. O processo não é necessariamente desagradável, mas pede uma determinação e uma coragem que podem falhar mais facilmente em quem não precisa de tratamento. Por que diabo me aventurei a explorar porões de minha cabeça, lugares malcheirosos e arriscados, se não for empurrado pela vontade de resolver um conflito, acalmar um sintoma e conseguir viver melhor? Uma terapia puramente didática é geralmente uma simulação de terapia.<br />
<span id="more-247"></span>E eis uma segunda razão para preferir que o futuro psicoterapeuta traga consigo uma boa dose de sofrimento psíquico e precise se curar. Durante os anos de sua pratica clinica, no futuro, muitas vezes você duvidará da eficácia de seu trabalho. Encontrará pacientes que não melhoram, agarrados a seus sintomas mais dolorosos como um náufrago a um salva-vida; viverá momentos consternados em que as palavras que lhe ocorrerão parecerão alfinetes de brinquedo agitados em vão contra forças imensamente superiores. Nesses momentos (que acredite, serão freqüentes) será bom lembrar que você sabe mesmo (e não só pelos livros) que sua prática adianta. Sabe porque a pratica que você propõe a seus pacientes já curou ao menos um: você.<br />
Resumindo, meu jovem amigo que pensa em ser terapeuta, se você sofre, se seus desejos são um pouco (ou mesmo muito estranhos), se (graças à sua estranheza) você contempla carinho e sem julgar (ou quase) a variedade de condutas humanas, se gosta da palavra e se não é animado pelo projeto de se tornar um notável de sua comunidade, amado e respeitado pela vida afora, então bem-vindo ao clube: talvez a psicoterapia seja uma profissão para você.<br />
Abç.</p>
<p>Calligaris, Contado – Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos &#8211; Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.</p>
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		<title>Feliz dia novo!</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 00:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiane Zacchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[ano novo]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[dia novo]]></category>
		<category><![CDATA[psicologa]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Já vesti branco, calcinha nova, pulei ondas, não dei as costas ao mar, acendi velas, presenteei Yemanjá&#8230; Até soube de recursos mais ousados, como mostrar as nádegas à Lua na hora “h”, mas preferi parar num bom prato de lentilhas&#8230; Este comportamento, embora seja comumente encontrado entre os adolescentes &#8211; em que o pensamento mágico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dia-novo.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-231  " title="dia-novo" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dia-novo-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Já vesti branco, calcinha nova, pulei ondas, não dei as costas ao mar, acendi velas, presenteei Yemanjá&#8230; Até soube de recursos mais ousados, como mostrar as nádegas à Lua na hora “h”, mas preferi parar num bom prato de lentilhas&#8230; Este comportamento, embora seja comumente encontrado entre os adolescentes &#8211; em que o pensamento mágico fica em evidência – é também compartilhado por muitos maduros que apostam em pequenos rituais para garantir a chegada de um feliz ano novo. Superstições, pensamentos positivos, cada um ao seu modo carrega uma receita e na maioria dos casos a fórmula é pronta, ou seja, fruto de tradições.<br />
Ainda que sejamos considerados, desde o renascimento, uma civilização moderna, que por definição é o que se opõe a tradicional (e não sinônimo de contemporâneo), nós ainda executamos tradições, muitas já deturpadas, mesmo sem saber quando, onde e porque surgiram. O que vale nessa hora é: “Dá sorte? Então vamos que mal não vai fazer&#8230;”.<br />
Teorias muito antigas, em moda atualmente, que nos lembram a importância do poder dos nossos pensamentos, são talvez boas explicações para que estas ações – ainda que sem sentido racional – sejam válidas. Pouco importa, portanto o cenário, o figurino ou a alimentação da virada; daremos lugar à importância dos pensamentos e sentimentos gerados na fatídica noite.<br />
<span id="more-230"></span>Ora, mas se dermos tanta responsabilidade à qualidade destes pensamentos e sentimentos, entramos em um novo problema: E se justo naquela noite não estiver bem e por algum motivo não tiver seus melhores pensamentos e sentimentos? E se a festa for horrível, e se beber demais e passar mal na virada? E se estiver com a família e ter pensamentos agressivos contra a sogra?<br />
Boa notícia: Teremos o dia seguinte e se tudo correr bem o outro e o outro também para você cumprir sua lista, ser a nova mulher que prometeu; fazer aquela diferença no trabalho; começar a reciclar o lixo em casa; ser mais paciente, etc, etc, etc.</p>
<p><em>Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um&#8230;</em> E nada mudou?</p>
<p>Nosso calendário nos ilude de que um novo ciclo se inicia e que é agora ou nunca, ou de fato uma nova contagem se faz necessária para renovarmos nossos votos a nós mesmos? Mas a cada 365 dias não seria pouco?<br />
O que pretendo refletir está na relação entre o que é idealizado e o que é realizado efetivamente. Se o ano será o que fizermos dele (salvo os tais mistérios entre céu e terra&#8230;), resultado de nossos planejamentos e atitudes, deveríamos nos debruçar mais sobre as ações que realizamos e principalmente nas que deixamos de realizar, pois mesmo com boa dose de razão e espírito estratégico, o que se observa é um comportamento de sabotagem constante aos próprios planos traçados.<br />
A auto sabotagem é um fenômeno inconsciente que nos torna inimigos primeiros de nós mesmos. E um inimigo disfarçado de amigo não representa perigo, portanto, sempre iremos encontrar algo ou alguém responsável pelo nosso fracasso: “Parei a terapia porque estava cara, não vou mais à aula de yoga porque pego muito trânsito, não farei o curso de inglês porque&#8230;”. Sempre haverá uma justificativa sensata para camuflar nossa preguiça, orgulho, medo de sair da zona de conforto, de perder os papéis exercidos, ou ainda por algum motivo, não nos consideramos merecedores do sucesso, ou desejamos nos punir por um sentimento de culpa inconsciente.<br />
Cada vez que desconfiamos de nossa capacidade de superar obstáculos, cultivamos um sentimento de covardia interior que bloqueia nossas emoções e nos paralisa. Muitas vezes, o medo da mudança é maior do que a força para mudar. Por isso, enquanto tivermos resistência em rever nossos erros e aprender com eles, estaremos bloqueados. Não haverá uva ou roupa branca que dê jeito!</p>
<div id="attachment_232" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/fogos_de_artificio.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-232 " title="fogos_de_artificio" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/fogos_de_artificio-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>O ciclo mais importante é o de 24h e não o de 365 dias. Para cada final de dia sim, deveríamos escolher um pijama legal pra fechar a noite, preparar uma janta saudável, falar o quanto ama a quem se ama, talvez um vinho? Talvez fogos por ter cumprido mais um dia? Alguns deles realmente mereceriam&#8230; Ou mais uma vez, esquecendo o cenário e o figurino, apenas refletir sobre esse pequeno ciclo, lembrando o que fez de bom, se perdoando pelo que não cumpriu ou não fez bem, sem culpas, sem cobranças excessivas.<br />
Como nos lembram os orientais, nascemos a cada inspiração, morremos a cada expiração, a todo instante, um novo ciclo, novas células, um recomeço&#8230;<br />
Portanto, a ginástica não precisa esperar novamente a próxima 2º feira!</p>
<p>Feliz dia novo!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cordel iídiche</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 23:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[cordel]]></category>
		<category><![CDATA[freud]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ou A Peleja de Freud com o Dono do Céu Quando nhô Siguimunde esticou as canelas Foi logo levado às portas do céu E inda na subida tentou, tagarela, Psicanalisar o Arcanjo Gabriel O jagunço alado danou a falar E quase que acaba saindo do armário Mas logo interrompeu o bla-bla-blá Quando nhô Siguimunde cobrou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong></strong></div>
<p><strong></p>
<div id="attachment_157" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><strong><a href="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/freud.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-157" title="freud" src="http://www.psicologaonline.com.br/wp-content/uploads/2009/01/freud-150x150.jpg" alt="Clique para ampliar!" width="150" height="150" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar!</p></div>
<p>Ou A Peleja de Freud com o Dono do Céu</strong></p>
<p><strong></strong>Quando nhô Siguimunde esticou as canelas<br />
Foi logo levado às portas do céu<br />
E inda na subida tentou, tagarela,<br />
Psicanalisar o Arcanjo Gabriel<br />
O jagunço alado danou a falar<br />
E quase que acaba saindo do armário<br />
Mas logo interrompeu o bla-bla-blá<br />
Quando nhô Siguimunde cobrou o honorário<br />
E quando chegaram a seu paradeiro<br />
São Pedro não tava, nem apareceu<br />
Gabriel perguntou: &#8220;E o santo porteiro?&#8221;<br />
E nhô Siguimunde: &#8220;É que eu sou judeu&#8230;&#8221;<br />
Dizendo assim, já foi se aprumando<br />
<span id="more-153"></span>Pediu pra chamar o coroné do pedaço<br />
&#8220;Não preciso de santo intermediando<br />
Minha apresentação eu mesmo faço!&#8221;<br />
Nisso Gabriel ao chão se atirou<br />
Pois aí surgiu a Suprema Potestade<br />
Nhô Siguimunde o anjo diagnosticou:<br />
&#8220;Que baita complexo de inferioridade!&#8221;<br />
Nhô Deus fez &#8220;aham&#8221;, pra impor o respeito<br />
Perguntou: &#8220;O que posso fazer por tu?&#8221;<br />
Disse Siguimunde (era esperto, o sujeito):<br />
&#8220;Shalom aleischem, Adonai Elohinu!&#8221;<br />
Nhô Deus, comovido, então gritou: &#8220;Vixe!<br />
Uma alma melhor eu não podia ter pego!<br />
Finalmente alguém que domina o iídiche!<br />
Pois pros cabras daqui eu só falo grego!&#8221;<br />
Então se sentou com o recém-chegado<br />
E uma proposta arretada ele quis acertar<br />
Nhô Siguimunde ouviu tudo calado<br />
Pois psicanalista é pago pra escutar<br />
Nhô Deus propôs: &#8220;Desmentir tu vai<br />
O Complexo de Édipo, pelo amor de Mim<br />
Pois nesse preceito de matar o Pai<br />
Os nitzscheanos já decretaram o meu fim!&#8221;<br />
Nhô Siguimunde aceitou no ato<br />
Dizendo: &#8220;Ouve agora minha proposta<br />
Pra gente fechar direito o pacto<br />
Escuta, macho véio, e diz se tu gosta:<br />
Em vez de botar os cabras confessando<br />
E os padres cansando de dar penitência<br />
Pro divã os fiéis tu vai encaminhando<br />
Que aqui é que eu entro com minha ciência!<br />
Tu acaba com as filas na tua igreja<br />
E aumenta a freqüência lá no consultório<br />
Ouvir pecado é o que analista deseja<br />
E ele ainda lucra com o falatório!&#8221;<br />
Nhô Deus e Siguimunde apertaram as mãos<br />
E saíram pra beber e comemorar<br />
Viram Gabriel inda prostrado no chão<br />
Gritaram: &#8220;Levanta – e vai trabalhar!&#8221;<br />
Bebendo e fumando, a dupla se abraça<br />
Festejando assim esse acordo mútuo<br />
Só quando nhô Deus reclamou da fumaça<br />
Siguimunde falou: &#8220;Pô, um charuto é um charuto!&#8221;</p>
<p><a title="Ao mirante, Nelson!" href="http://www.interney.net/blogs/aomirante/2007/07/02/cordel_iidiche_1/" target="_blank">Fonte: Blog &#8220;Ao mirante, Nelson!&#8221;</a></p>
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